Capa de PENSE NISSO

PODCAST · 3186 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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AINDA O AMOR
6 Jul 20203:55EP 1290

AINDA O AMOR

<strong>&nbsp;AINDA O AMOR</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>Nos dias que vivemos, muito se ouve falar a respeito do amor. Suspiram os jovens por sua chegada, idealizando cores suaves e delicados tons.<br /> \nAlguns o confundem com as paix&otilde;es violentas e degradantes e, por isso mesmo, afirmam que o amor acaba.<br /> \nEntretanto, o amor j&aacute; foi definido como o mais sublime dos sentimentos. Reveste-se de tranquilidade e confere paz a quem o vivencia.<br /> \nN&atilde;o &eacute; produto de momentos, mas constru&ccedil;&atilde;o laboriosa e paciente de dias que se multiplicam na escalada do tempo.<br /> \nNarra o famoso escritor ingl&ecirc;s Charles Dickens que dois rec&eacute;m-casados viviam modestamente. Dividiam as dificuldades e sustentavam-se na afei&ccedil;&atilde;o pura e profunda que devotavam um ao outro.<br /> \nN&atilde;o possu&iacute;am sen&atilde;o o indispens&aacute;vel, mas cada um era portador de uma heran&ccedil;a particular.<br /> \nO jovem recebera como legado de fam&iacute;lia um rel&oacute;gio de bolso, que guardava com zelo. Na verdade n&atilde;o podia utiliz&aacute;-lo por n&atilde;o ter uma corrente apropriada.<br /> \nA esposa recebera da pr&oacute;pria natureza uma heran&ccedil;a maravilhosa: uma linda cabeleira. Cabelos longos, sedosos, fartos, que encantavam.<br /> \nMantinha-os sempre soltos, embora seu desejo fosse adquirir um grande e lindo pente que vira em uma vitrina, em certa oportunidade, para os prender no alto da cabe&ccedil;a, deixando que as mechas, caprichosas, bailassem at&eacute; os ombros.<br /> \nTranscorria o tempo e ambos acalentavam o seu desejo, sem ousar expor ao outro, desde que o dinheiro que entrava era todo direcionado para as necessidades b&aacute;sicas.<br /> \nEm certa noite de Natal, estando ambos face a face, cada um estendeu ao outro, quase que ao mesmo tempo, um delicado embrulho.<br /> \nEla insistiu e ele abriu o seu primeiro. Um estranho sorriso bailou nos l&aacute;bios do jovem. A esposa acabara de lhe dar a corrente para o rel&oacute;gio.<br /> \nSegurando a preciosidade entre os dedos, foi a vez dele pedir a ela que abrisse o pacote que ele lhe dera.<br /> \nTr&ecirc;mula e emocionada, a esposa logo deteve em suas m&atilde;os o enorme pente para prender os seus cabelos, enquanto l&aacute;grimas significativas lhe rolavam pelas faces.<br /> \nOlharam-se ambos e, profundamente emocionados descobriram que ele vendera o rel&oacute;gio para comprar o pente e ela vendera os cabelos para comprar a corrente do rel&oacute;gio.<br /> \nAnte a surpresa, deram-se conta do quanto se amavam.<br /> \n* * *<br /> \nO amor n&atilde;o &eacute; somente um meio, &eacute; o fim essencial da vida.<br /> \nToda express&atilde;o de afeto propicia a renova&ccedil;&atilde;o do entusiasmo, da qualidade de vida, de metas felizes em rela&ccedil;&atilde;o ao futuro.<br /> \n* * *<br /> \nO amor tem a capacidade de estimular o organismo e de lhe oferecer rea&ccedil;&otilde;es imunol&oacute;gicas, que proporcionam resist&ecirc;ncia para as c&eacute;lulas, que assim combatem as enfermidades invasoras.<br /> \nO amor levanta as energias alquebradas e &eacute; essencial para a preserva&ccedil;&atilde;o da vida.<br /> \nEis porque ningu&eacute;m consegue viver sem amor, em maior ou menor express&atilde;o.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base em conto de Charles Dickens, e no cap. 13 <br /> \ndo livro Momentos Enriquecedores, de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> \nEm 08.12.2015.</span><br />

BATA NELA
1 Jul 20204:22EP 1289

BATA NELA

<strong>BATA NELA!</strong><br /> \n<br /> \nEm tempos em que abunda a viol&ecirc;ncia contra a mulher, &eacute; de nos questionarmos o que ser&aacute; das novas gera&ccedil;&otilde;es?<br /> \nEsses meninos, que crescem assistindo e ouvindo not&iacute;cias de assassinatos, de viol&ecirc;ncias de toda sorte contra a mulher, o que far&atilde;o, no futuro? O que pensam a respeito?<br /> \nAlgu&eacute;m teve a ideia de question&aacute;-los e, na cidade de N&aacute;poles, na It&aacute;lia, se realizou uma enquete com meninos entre sete a onze anos.<br /> \nO experimento consistiu em abordar, na rua, a cada um, de forma individual e gravar as respostas, a&ccedil;&otilde;es e rea&ccedil;&otilde;es &agrave;s quest&otilde;es e ordens formuladas.<br /> \nO entrevistador, para deixar bem &agrave; vontade os garotos, pergunta o nome, a idade. Depois, o que desejam ser quando crescerem, que variou de arquiteto, jogador de futebol, bombeiro, policial a pizzaiolo.<br /> \nA raz&atilde;o da escolha da profiss&atilde;o mereceu respostas r&aacute;pidas, como quem sabe o que quer da vida:Quero construir a casa dos meus sonhos; Desejo salvar vidas. At&eacute; a mais simples: Porque gosto de pizza.<br /> \nEnt&atilde;o, uma terceira personagem entra em cena. Uma simp&aacute;tica garota, de longos cabelos loiros. Ela n&atilde;o fala absolutamente nada. Posta-se em frente ao entrevistado, que recebe a informa&ccedil;&atilde;o: Esta &eacute; Marina.<br /> \nOs garotos olham, sorriem.<br /> \nO que voc&ecirc; gosta nela? &ndash; Indaga o entrevistador.<br /> \nUm respondeu que eram os olhos; outro, que eram os olhos e o cabelo, com certeza, o cabelo; outro ainda falou dos sapatos dela e das m&atilde;os. Um mais ousado disse que a achava totalmente linda, e que gostaria que ela fosse sua namorada.<br /> \nAo comando que se seguiu, todos obedeceram, embora demonstrassem n&atilde;o se sentir muito &agrave; vontade: Fa&ccedil;a uma careta para ela.<br /> \nE o: Fa&ccedil;a um carinho nela, mereceu dos entrevistados um toque de m&atilde;o, muito r&aacute;pido, pelos cabelos, pelo ombro ou no rosto, demonstrando certa timidez.<br /> \nEnfronhados na pesquisa, rindo disso, daquilo, de repente, se faz uma pausa e, logo em seguida, o entrevistador d&aacute; o comando: Bata nela! Com for&ccedil;a!<br /> \nOs meninos olham para a c&acirc;mera, espantados. H&aacute; quem, incr&eacute;dulo, indague: O qu&ecirc;?<br /> \nA ordem &eacute; repetida: Bata nela, vamos!<br /> \nOlhos baixos, olhar intrigante ou surpreso, nenhum deles tira as m&atilde;os dos bolsos ou as leva na dire&ccedil;&atilde;o da garota. Tornam a olhar para o entrevistador e a resposta &eacute;: N&atilde;o!<br /> \nPor que voc&ecirc; n&atilde;o bate nela? &ndash; Insiste quem se encontra por detr&aacute;s da c&acirc;mera.<br /> \nE esses meninos deram as mais diversas respostas, que nos dizem que o mundo, sim, est&aacute; caminhando para dias melhores:<br /> \nEla &eacute; uma menina!<br /> \nPorque sou contra a viol&ecirc;ncia!<br /> \nPorque vou machuc&aacute;-la!<br /> \nPorque isso &eacute; maldade!<br /> \nPorque em mulher n&atilde;o se bate nem com flor, nem com um buqu&ecirc; de flores!<br /> \nMas, o v&iacute;deo que circula pela internet e que, apenas em um dia, teve mais de um milh&atilde;o de acessos, termina com a resposta de um menino de onze anos. Com certeza, a mais espetacular:Porque eu sou um homem!<br /> \n<br /> \nHomem, ser humano. De quem se espera nobreza, dignidade, para a constru&ccedil;&atilde;o de um mundo melhor.<br /> \nHomem que respeita o outro ser humano porque deseja igualmente ser respeitado.<br /> \nQue mundo maravilhoso est&atilde;o construindo as novas gera&ccedil;&otilde;es. Felizes os que andaremos pela Terra no mundo da Nova Era.<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no v&iacute;deo Bata nela, do <br /> \nhttp://sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6120.<br /> \nEm 23.2.2015.<br />

CONVERSANDO COM DEUS
27 Jun 20204:09EP 1288

CONVERSANDO COM DEUS

&nbsp;CONVERSANDO COM DEUS <br /> \n<br /> \nNingu&eacute;m pode duvidar da eletricidade, mas para que a l&acirc;mpada nos ilumine o aposento recorremos a fios condutores que lhe transportem a for&ccedil;a, desde a aparelhagem da usina distante at&eacute; o recesso de nossa casa.<br /> \nA fotografia &eacute; hoje fen&ocirc;meno corriqueiro; contudo, para que a imagem se fixe, na execu&ccedil;&atilde;o do retrato, &eacute; preciso que a emuls&atilde;o gelatinosa sensibilize a placa que a recebe.<br /> \nA voz humana, atrav&eacute;s da radiofonia, &eacute; transmitida de um continente a outro com absoluta fidelidade; todavia n&atilde;o prescinde do remoinho eletr&ocirc;nico que, devidamente disciplinado, lhe transporta as ondula&ccedil;&otilde;es.<br /> \nEntretanto, como exprimir a f&eacute;? Indaga-se muitas vezes.<br /> \nA f&eacute; n&atilde;o encontra defini&ccedil;&atilde;o no vocabul&aacute;rio vulgar.<br /> \n&Eacute; for&ccedil;a que nasce com a pr&oacute;pria alma, certeza instintiva na sabedoria de Deus que &eacute; a sabedoria da pr&oacute;pria vida.<br /> \nPalpita em todos os seres. Vibra em todas as coisas.<br /> \nMostra-se no cristal fraturado que se recomp&otilde;e humilde, e revela-se na &aacute;rvore decepada que se refaz, gradativamente, entregando-se &agrave;s leis de renova&ccedil;&atilde;o que abarcam a natureza.<br /> \n<br /> \nA prece &eacute; filha da f&eacute;.<br /> \nQuando cultivamos a f&eacute; em nosso &iacute;ntimo, naturalmente buscamos nos manter sintonizados com a Espiritualidade Maior.<br /> \nTemos na ora&ccedil;&atilde;o o mais eficiente sistema de interc&acirc;mbio entre o c&eacute;u e a Terra.<br /> \nEla nos liga a Deus e d&aacute;-nos a certeza de, no recolhimento e na solid&atilde;o, estarmos com Ele.<br /> \nRenunciar &agrave; prece &eacute; recusar a assist&ecirc;ncia Divina.<br /> \nNunca duvidemos da Paternidade Celeste. Deus vela por n&oacute;s e sempre que precisarmos, nos enviar&aacute; o socorro.<br /> \nPara que nossa prece alcance o Alto, ela deve ser motivada pela verdadeira confian&ccedil;a em Deus. Tamb&eacute;m deve ser sincera, humilde, vir do cora&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o somente dos l&aacute;bios.<br /> \nPodemos orar em voz alta ou no mais absoluto sil&ecirc;ncio, mas o que realmente vale &eacute; a inten&ccedil;&atilde;o com a qual oramos.<br /> \nSe, em algum momento de nossas vidas, sentirmos necessidade de pedir algo a Deus, estejamos atentos a que tipo de s&uacute;plicas faremos.<br /> \nDeus sempre nos conceder&aacute; coragem, paci&ecirc;ncia e resigna&ccedil;&atilde;o.<br /> \nSe fizermos nossas ora&ccedil;&otilde;es com f&eacute; e sinceridade, as respostas sempre chegar&atilde;o.<br /> \nMas conv&eacute;m mantermos a mente e o cora&ccedil;&atilde;o abertos para que possamos perceber essas respostas, pois, muitas vezes, Deus n&atilde;o nos enviar&aacute; exatamente o que desejamos e nem da maneira como gostar&iacute;amos.<br /> \nTeremos o que for necess&aacute;rio para nos impulsionar ao crescimento espiritual e nos levar &agrave; real felicidade.<br /> \n<br /> \nConversando com Deus, pedi for&ccedil;a e vigor, Deus me mandou dificuldades para me fazer forte.<br /> \nPedi sabedoria, Deus me deu problemas para resolver.<br /> \nPedi prosperidade, Deus me deu energia e c&eacute;rebro para trabalhar.<br /> \nPedi amor, Deus me mandou pessoas com problemas para eu ajudar.<br /> \nPedi favores, Deus me deu oportunidades.<br /> \nN&atilde;o recebi nada que eu queria, mas recebi tudo que eu precisava.<br /> \nMinhas preces foram atendidas.<br /> \n<div style=''text-align: right;''><em><br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 6,do livro<br /> \nPensamento e vida, pelo Esp&iacute;rito Emmanuel, psicografia de Francisco<br /> \nC&acirc;ndido Xavier, ed. Feb e frases finais de Prece, de autoria<br /> \ndesconhecida.<br /> \nEm 3.12.2012</em>.</div>

UMA GRANDE COVARDIA
25 Jun 20203:29EP 1287

UMA GRANDE COVARDIA

<span style=''font-size: larger;''><strong>&nbsp;Uma grande covardia</strong></span><br /> \n<br /> \n<br /> \nO h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia &eacute; bastante arraigado em nossa sociedade.<br /> \nChega a constituir exce&ccedil;&atilde;o uma criatura que jamais tece coment&aacute;rios maldosos sobre seus semelhantes.<br /> \nMesmo amigos, n&atilde;o raro, se permitem criticar os ausentes.<br /> \nQuase todos os homens possuem fissuras morais.<br /> \nSeria sinal de pouca intelig&ecirc;ncia n&atilde;o perceber essa realidade.<br /> \nN&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel ver o bem onde ele n&atilde;o existe.<br /> \nTamb&eacute;m n&atilde;o &eacute; conveniente ser incapaz de perceber v&iacute;cios e mazelas que realmente existam.<br /> \nMas h&aacute; uma consider&aacute;vel dist&acirc;ncia entre identificar um problema e divulg&aacute;-lo.<br /> \nEncontrar prazer em denegrir o pr&oacute;ximo constitui ind&iacute;cio de grande mesquinharia.<br /> \nEsse g&ecirc;nero de coment&aacute;rio &eacute; ainda mais conden&aacute;vel por ser feito de forma trai&ccedil;oeira.<br /> \nFreq&uuml;entemente quem critica o vizinho n&atilde;o tem coragem de faz&ecirc;-lo frente-a-frente.<br /> \n&Eacute; uma grande covardia sorrir e demonstrar apre&ccedil;o por algu&eacute;m e critic&aacute;-lo pelas costas.<br /> \nAntes de tecer um coment&aacute;rio, &eacute; preciso ter certeza de que ele traduz uma verdade.<br /> \nSendo verdadeiro um fato, torna-se necess&aacute;rio verificar se h&aacute; alguma utilidade em divulg&aacute;-lo. <br /> \nA &uacute;nica justificativa para apontar as mazelas alheias &eacute; a preven&ccedil;&atilde;o de um mal relevante.<br /> \nSe o problema apresentado por uma criatura apenas a ela prejudica, o sil&ecirc;ncio &eacute; a &uacute;nica atitude digna.<br /> \nAssim, antes de abrir a boca para denegrir a reputa&ccedil;&atilde;o de algu&eacute;m, certifique-se da veracidade dos fatos.<br /> \nSendo ver&iacute;dica a ocorr&ecirc;ncia, analise qual o seu m&oacute;vel.<br /> \nReflita se seu agir visa evitar um mal consider&aacute;vel, ou &eacute; apenas prazer de maldizer. Na segunda hip&oacute;tese, &eacute; melhor calar-se.<br /> \n&Eacute; relevante tamb&eacute;m indagar se voc&ecirc; tem coragem de comentar a ocorr&ecirc;ncia na frente da pessoa criticada.<br /> \nSe o fizer, dar&aacute; oportunidade para defesa.<br /> \nCertamente a pessoa, objeto do coment&aacute;rio, possui a pr&oacute;pria vers&atilde;o dos fatos.<br /> \nPor todas essas raz&otilde;es, e outras tantas, jamais seja covarde.<br /> \nA covardia &eacute; uma caracter&iacute;stica muito baixa e lament&aacute;vel.<br /> \nO fraco sempre escolhe v&iacute;timas que n&atilde;o podem oferecer defesa.<br /> \nAgride de prefer&ecirc;ncia as pessoas fr&aacute;geis.<br /> \nQuando n&atilde;o tem coragem para atacar diretamente, utiliza subterf&uacute;gios.<br /> \nEnlameia a honra alheia, faz cal&uacute;nias, espalha insinua&ccedil;&otilde;es maldosas aos quatro ventos.<br /> \nAnalise seu proceder e verifique se, por leviandade, &agrave;s vezes voc&ecirc; n&atilde;o age de forma maldosa e covarde.<br /> \nPense nos preju&iacute;zos que suas palavras podem causar na vida dos outros.<br /> \nImagine se fosse voc&ecirc; a v&iacute;tima do coment&aacute;rio ferino.<br /> \n&Eacute; preciso eliminar o h&aacute;bito da maledic&ecirc;ncia.<br /> \nTrata-se de um comportamento eivado de covardia.<br /> \nE sem d&uacute;vida o seu ideal de vida n&atilde;o &eacute; ser um covarde.<br /> \nPense nisso!<br /> \n<br /> \nEquipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso. <br /> \nBaseado em um artigo da Federa&ccedil;&atilde;o Esp&iacute;rita do Paran&aacute;.<br />

VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO
23 Jun 20203:54EP 1286

VOCÊ NÃO ESTÁ SOZINHO

&nbsp;VOC&Ecirc; N&Atilde;O EST&Aacute; SOZINHO<br /> \n<br /> \nQuando passamos por momentos dif&iacute;ceis, conflitos pessoais, situa&ccedil;&otilde;es no trabalho ou na fam&iacute;lia, &eacute; comum que sentimentos ruins invadam o nosso cora&ccedil;&atilde;o e ocupem os nossos pensamentos. &Eacute; quando surge o medo, a ansiedade, a tristeza, talvez um desejo de desist&ecirc;ncia... e muitas vezes, a solu&ccedil;&atilde;o parece muito distante de n&oacute;s.<br /> \n<br /> \nH&aacute; quem pense que Deus o abandonou. E angustiado, pergunta: por que Deus deixou chegar nessa situa&ccedil;&atilde;o? E, agora, o que eu vou fazer? Por que aconteceu isso comigo?<br /> \n<br /> \nTalvez a resposta que voc&ecirc; precisa n&atilde;o chegue com a pressa que voc&ecirc; espera, mas l&aacute; na frente, depois de ter administrado suas emo&ccedil;&otilde;es e exercido a sua f&eacute;, voc&ecirc; compreenda o porqu&ecirc; de todos os seus desafios.<br /> \n<br /> \nA verdade &eacute; que todos n&oacute;s, seres humanos, experimentamos do cuidado e da bondade de Deus todos os dias, mas n&atilde;o nos damos conta disso, porque aprendemos a focar nos problemas; focamos com facilidade no contrato que n&atilde;o fechamos, mas n&atilde;o temos um cora&ccedil;&atilde;o grato por todos aqueles que foram bem-sucedidos. Reclamamos dos defeitos dos nossos c&ocirc;njuges e filhos, mas n&atilde;o agradecemos a Deus por t&ecirc;-los por perto e por tudo o que aprendemos junto deles; tamb&eacute;m n&atilde;o paramos pra pensar o quanto somos aben&ccedil;oados em poder respirar... sim, respirar!!.. muitos hoje em dia lutam por esse f&ocirc;lego de vida, que voc&ecirc;, sem nenhum esfor&ccedil;o, possui.<br /> \n<br /> \nAs roupas que voc&ecirc; veste, a casa onde mora.. Tudo isso &eacute; cuidado Divino.<br /> \n<br /> \nAinda que voc&ecirc; passe por um momento dif&iacute;cil, se sinta sozinho e enfraquecido, saiba que o Criador nunca se esqueceu de voc&ecirc;. Hoje, voc&ecirc; tem a oportunidade de olhar al&eacute;m dos desafios. Alimente a sua alma de palavras que gerem conforto, &acirc;nimo, otimismo e esperan&ccedil;a. Se o fardo est&aacute; pesado, n&atilde;o sofra sozinho, busque ajuda de um amigo, um parente, ou um profissional. Levante a cabe&ccedil;a e n&atilde;o se esque&ccedil;a que, at&eacute; aqui, muita coisa j&aacute; deu certo.<br /> \n<br /> \nTraga a sua lembran&ccedil;a as suas conquistas ao longo dos anos: os presentes que voc&ecirc; recebeu da vida depois de enfrentar tantos obst&aacute;culos; certamente voc&ecirc; j&aacute; viveu<br /> \n<br /> \nexperi&ecirc;ncias dif&iacute;ceis que, superadas, te levaram a alcan&ccedil;ar seus objetivos. Ou talvez voc&ecirc; tenha sido at&eacute; surpreendido, recebendo algo al&eacute;m daquilo que voc&ecirc; esperava.<br /> \n<br /> \nO Salmista j&aacute; dizia milhares de anos atr&aacute;s - o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manh&atilde;. Mesmo quando tudo parece estar perdido, Deus sempre tem um recome&ccedil;o.<br /> \n<br /> \nAcredite! O dia mau &eacute;, na verdade, s&oacute; mais uma etapa nesse valoroso processo que &eacute; lhe tornar uma pessoa mais forte. Tudo o que voc&ecirc; vive &eacute; um aprendizado. A boa not&iacute;cia &eacute; que Deus nunca te abandonou. Voc&ecirc; n&atilde;o est&aacute; sozinho.<br /> \n<br /> \nPense nisso, mas... pense agora

ONDE MORA A PAZ
22 Jun 20204:04EP 1285

ONDE MORA A PAZ

&nbsp;<strong>ONDE MORA A PAZ</strong><br /> \n<br /> \n<span style=''font-size: small;''>Pedro mora pr&oacute;ximo &agrave; Rua 13 de junho h&aacute; 15 anos.<br /> \nNos &uacute;ltimos tempos, est&aacute; &agrave; beira de um ataque de nervos, pois n&atilde;o consegue mais suportar o barulho ininterrupto dos carros.<br /> \nEle tem algumas escolhas: trabalhar pelo fechamento da avenida - ao menos &agrave; noite;<br /> \npela modifica&ccedil;&atilde;o da legisla&ccedil;&atilde;o de polui&ccedil;&atilde;o sonora ou uso de autom&oacute;veis;<br /> \nou ainda, mudar-se.<br /> \n&Eacute; importante, por&eacute;m, comentar tamb&eacute;m sobre seu vizinho, Bernardo. Bernardo vive ao lado de Pedro, tamb&eacute;m de frente para a Rua 23 de Maio.<br /> \nPerguntado a ele o que achava de viver naquele apartamento, a resposta foi surpreendente.<br /> \nRevelou que adora viver ali. Ele acha linda a vista que tem do apartamento. Disse que pode ver o maravilhoso nascer do sol de sua janela.<br /> \nAdora observar a cidade. Perceber os habitantes caminhando ou em seus carros, e os resistentes passarinhos que aprenderam a viver com a civiliza&ccedil;&atilde;o.<br /> \nNuma conversa entre os dois, Pedro n&atilde;o aguentou, e questionou: Mas e o barulho? Voc&ecirc; n&atilde;o se incomoda com toda esta barulheira que n&atilde;o tem fim?!<br /> \nBernardo respondeu: Olhe, fico t&atilde;o concentrado nos meus afazeres, que eu nem percebo o barulho.<br /> \nPedro n&atilde;o podia acreditar. Achou, por um instante, que o vizinho tinha problemas auditivos, e falando bem baixo, tentou descobrir se ele era surdo.<br /> \nMas n&atilde;o era. Ouvia muito bem.<br /> \nComo explicar isso? Ele ouvia muito bem e n&atilde;o se incomodava com o barulho?<br /> \nE &agrave; noite? - perguntou ainda Pedro, indignado - Como voc&ecirc; faz para dormir?<br /> \nVou ser bem sincero, caro amigo - respondeu Bernardo - &agrave; noite, ao deitar, sinto-me t&atilde;o feliz com o dia vivido e com as coisas que tenho feito, que tamb&eacute;m n&atilde;o me incomodo com barulho algum.<br /> \nPedro p&ocirc;de ver sinceridade e pureza nos olhos e nas palavras do cont&eacute;rmino morador.<br /> \nNaquele momento ele percebeu a raz&atilde;o de se incomodar tanto com aquelas coisas: ele n&atilde;o era feliz com o dia que tinha, e nem com as coisas que fazia.<br /> \n* * *<br /> \nUm outro personagem tamb&eacute;m ilustra bem a reflex&atilde;o proposta:<br /> \nTrata-se de Daniel. Jovem, de fam&iacute;lia abastada, casado, e morador de um condom&iacute;nio fechado.<br /> \nDaniel foi presenteado por seus pais com uma casa no litoral. Ficou, a princ&iacute;pio, muito animado com a mudan&ccedil;a.<br /> \nAfinal, haveria lugar mais tranq&uuml;ilo e pac&iacute;fico do que pr&oacute;ximo ao mar?<br /> \nOs dias passaram, e ele percebeu, pouco a pouco, que n&atilde;o seria capaz de suportar aquele estilo de vida.<br /> \nAquele barulho constante de ondas quebrando;<br /> \ngaivotas gritando logo cedo;<br /> \naquela umidade de maresia;<br /> \na areia que insistia em acompanh&aacute;-lo em seu carro e em sua casa.<br /> \nDaniel entrou em crise. Variava entre estados de irrita&ccedil;&atilde;o e depress&atilde;o. Come&ccedil;ou a tomar rem&eacute;dios, e decidiu: iria se mudar dali.<br /> \n* * *<br /> \nOnde mora a paz?<br /> \nSer&aacute; que a paz est&aacute; na aus&ecirc;ncia de ru&iacute;dos externos?<br /> \nSer&aacute; que para dormir em paz precisamos apenas de sil&ecirc;ncio?<br /> \nA paz tem moradia em nosso &iacute;ntimo, e enquanto n&atilde;o formos felizes com nossos dias, com as coisas que fazemos, n&atilde;o a encontraremos.<br /> \nN&atilde;o basta mudar deste para aquele local. Faz-se necess&aacute;rio mudar-se na intimidade.<br /> \nDeixar para tr&aacute;s o lar das atividades f&uacute;teis, das conquistas passageiras, e fixar morada na casinha aconchegante da alegria de viver, do amor &agrave; fam&iacute;lia, do prazer de servir.<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> \nEm 30.03.2015.</span><br />

ALEM DA VIDA
20 Jun 20204:13EP 1284

ALEM DA VIDA

&nbsp;Al&eacute;m da vida<br /> \n<br /> \nAnte o desconhecimento do que o aguarda, um amigo caro , alimenta o terror da morte. O que nos fez escrever esse texto como uma forma de tranquiliza-lo...para nos tranquilizar.<br /> \nMas afinal, O que nos espera depois da morte f&iacute;sica? Esta &eacute; uma pergunta que muitos se fazem.<br /> \nPessoas h&aacute; que sequer ousam mencionar a palavra, como se isso fosse atrair o fato para si ou para os seus. Mas isso n&atilde;o impede que a morte chegue.<br /> \nO medo de morrer est&aacute; muito em fun&ccedil;&atilde;o do desconhecimento de que para al&eacute;m da vida corporal existe a verdadeira, a vida espiritual.<br /> \nEmbora alguns ainda duvidem, &eacute; uma certeza. Dr. Raymond Moody Jr, com resid&ecirc;ncia na Escola de Medicina da Universidade de Virg&iacute;nia, nos Estados Unidos, possui larga experi&ecirc;ncia sobre o assunto.<br /> \nCom v&aacute;rios livros publicados, ele relata os casos de pacientes que tiveram Experi&ecirc;ncias de Quase Morte.<br /> \nIsto &eacute;, pessoas que sofreram problemas graves, que quase lhes assinalaram a morte e retornaram, contando o que lhes aconteceu naquele per&iacute;odo.<br /> \nEmbora alguns tratem tais relatos como alucina&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o se pode conceber que ao retornarem ao corpo, ap&oacute;s a morte aparente, tais criaturas relatem fatos, situa&ccedil;&otilde;es, quase sempre confirmados.<br /> \nMais recentemente, Dr. Moody passou a analisar o caso de crian&ccedil;as que sofreram morte aparente.<br /> \nPorque, diz ele, se o adulto teve tempo para ser influenciado e modelado pelas experi&ecirc;ncias de sua vida e cren&ccedil;as religiosas, as crian&ccedil;as n&atilde;o est&atilde;o profundamente influenciadas pelo ambiente cultural e nelas a experi&ecirc;ncia adquire um certo frescor.<br /> \n&Eacute; o caso da garota de sete anos que, ao atravessar um trecho congelado do rio, caiu e bateu a cabe&ccedil;a. Desmaiou e permaneceu inconsciente por doze horas. <br /> \nDurante esse tempo, o m&eacute;dico n&atilde;o sabia se ela iria morrer ou viver.<br /> \nA garota se viu em um jardim extraordinariamente belo, com flores semelhantes a d&aacute;lias enormes.<br /> \nOlhou em volta e viu um ser. Sentiu-se amada e acalentada pela sua presen&ccedil;a. Foi uma sensa&ccedil;&atilde;o deliciosa, como jamais experimentara em sua vida.<br /> \nO ser ent&atilde;o lhe disse: Voc&ecirc; vai voltar. E ela respondeu: Sim.<br /> \nEle perguntou porque ela queria retornar ao seu corpo e ela disse: Porque minha m&atilde;e precisa de mim.<br /> \nDepois disso, sentiu-se descendo por um t&uacute;nel. Acordou na cama, levantou-se e disse: Oi, mam&atilde;e.<br /> \nEssa &eacute; uma boa evid&ecirc;ncia de que h&aacute; vida depois da morte.<br /> \nProsseguiremos a viver sim, porque o Esp&iacute;rito &eacute; imortal e haver&aacute; de retornar, muitas vezes ainda, ao cen&aacute;rio da Terra, at&eacute; sua completa depura&ccedil;&atilde;o.<br /> \n* * *<br /> \nQuando as crian&ccedil;as relatam suas Experi&ecirc;ncias de Quase Morte, constata-se que um n&uacute;mero surpreendente delas se v&ecirc;em em corpos espirituais adultos.<br /> \nTal fato est&aacute; levando expoentes da Psiquiatria, da Psicologia e da Psican&aacute;lise &agrave; conclus&atilde;o de que o homem n&atilde;o &eacute; um ser f&iacute;sico, vivendo experi&ecirc;ncias espirituais, mas um ser espiritual, temporariamente ligado a um corpo f&iacute;sico.<br /> \n&Eacute; a Ci&ecirc;ncia levando o homem a reconhecer as verdades j&aacute; propaladas desde a remota Antig&uuml;idade e vulgarizadas pelo Cristo.<br /> \n<br /> \n<br /> \nTexto da Equipe de Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 3 do livro A luz do al&eacute;m, de Raymond Moody, Jr., ed. N&oacute;rdica.<br /> \n<br />

A CULPA É DA CARNE
19 Jun 20203:35EP 1283

A CULPA É DA CARNE

&nbsp;A CULPA &Eacute; DA CARNE<br /> \n<br /> \nQuando algu&eacute;m procura uma desculpa para justificar os seus erros, &eacute; comum ouvirmos a afirmativa de que a carne &eacute; fraca.<br /> \n<br /> \nA culpa, portanto, &eacute; da carne, ou seja, do corpo f&iacute;sico.<br /> \n<br /> \nHahnemann, criador da Medicina Homeop&aacute;tica, fez a seguinte afirmativa:<br /> \n<br /> \nO corpo n&atilde;o d&aacute; c&oacute;lera &agrave;quele que n&atilde;o a tem, do mesmo modo que n&atilde;o d&aacute; os outros v&iacute;cios. Todas as virtudes e todos os v&iacute;cios s&atilde;o inerentes ao Esp&iacute;rito. Caso Contrario, onde estariam o m&eacute;rito e a responsabilidade?<br /> \n<br /> \nUma inteligente constata&ccedil;&atilde;o, pois cont&eacute;m grandes verdades.<br /> \n<br /> \nCulpar o corpo pelas nossas fraquezas equivaleria a culpar a roupa que estamos usando por um acesso de c&oacute;lera.<br /> \n<br /> \nQuando a boca de um guloso se enche de saliva diante de um prato apetitoso, n&atilde;o &eacute; a comida que excita o &oacute;rg&atilde;o do paladar, pois sequer est&aacute; em contato com ele.<br /> \n<br /> \n&Eacute; o Esp&iacute;rito, cuja sensibilidade &eacute; despertada, que atua sobre aquele &oacute;rg&atilde;o atrav&eacute;s do pensamento.<br /> \n<br /> \nSe uma pessoa sens&iacute;vel facilmente verte l&aacute;grimas, n&atilde;o &eacute; a abund&acirc;ncia das l&aacute;grimas que d&aacute; a sensibilidade ao Esp&iacute;rito, mas precisamente a sensibilidade desse que provoca a secre&ccedil;&atilde;o abundante das l&aacute;grimas. <br /> \n<br /> \nAssim, um homem &eacute; m&uacute;sico n&atilde;o porque seu corpo seja propenso &agrave; musicalidade, mas porque seu Esp&iacute;rito &eacute; musicista.<br /> \nComo podemos perceber, a a&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito sobre o corpo f&iacute;sico &eacute; t&atilde;o evidente que uma violenta como&ccedil;&atilde;o moral pode provocar desordens org&acirc;nicas.<br /> \n<br /> \nQuando sofremos um susto, por exemplo, logo em seguida vem a sudorese, o tremor, a taquicardia...<br /> \n<br /> \nOutras vezes, um acesso de ira pode provocar dor de cabe&ccedil;a, e at&eacute; mesmo deixar manchas roxas pelo corpo.<br /> \n<br /> \nQuanto &agrave;s disposi&ccedil;&otilde;es para a pregui&ccedil;a, a viol&ecirc;ncia, a corrup&ccedil;&atilde;o, igualmente n&atilde;o podem ser lan&ccedil;adas &agrave; conta da carne, pois s&atilde;o tend&ecirc;ncias radicadas no Esp&iacute;rito imortal.<br /> \n<br /> \nSe assim n&atilde;o fosse, seria f&aacute;cil, pois n&atilde;o ter&iacute;amos nenhuma responsabilidade pelos nossos atos, desde que, uma vez enterrado o corpo, com ele sumiriam todas as fragilidades e os equ&iacute;vocos cometidos.<br /> \n<br /> \nToda responsabilidade moral dos atos da vida f&iacute;sica competem ao Esp&iacute;rito. <br /> \n<br /> \nAssim, quanto mais esclarecido for o Esp&iacute;rito, menos desculp&aacute;vel se tornam as suas faltas, uma vez que, com a intelig&ecirc;ncia e o senso moral, nascem as no&ccedil;&otilde;es do bem e do mal, do justo e do injusto.<br /> \n<br /> \n* * *<br /> \n<br /> \nTodos n&oacute;s, sem exce&ccedil;&atilde;o, possu&iacute;mos na intimidade a centelha divina, a for&ccedil;a capaz de conter os impulsos negativos e fazer vibrar as emo&ccedil;&otilde;es nobres que o Criador depositou em n&oacute;s.<br /> \n<br /> \nFazendo pequenos esfor&ccedil;os conquistaremos a verdadeira liberdade, a supremacia do Esp&iacute;rito sobre o corpo. E s&oacute; ent&atilde;o entenderemos porque o Mestre afirmou: V&oacute;s sois deuses, podereis fazer o que Eu fa&ccedil;o, e muito mais.<br /> \n<br /> \nPense Nisso, mas pense Agora!<br /> \n<br /> \nReda&ccedil;&atilde;o com base no cap. VII do livro O c&eacute;u e o inferno, de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Hahnemann, o ap&oacute;stolo da <br /> \nmedicina espiritual, de Herm&iacute;nio C. Miranda, ed. Celd.<br />

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