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PODCAST · 3185 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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CONCLUSÕES EQUIVOCADAS
30 Mar 20215:08EP 1433

CONCLUSÕES EQUIVOCADAS

<p><strong>Conclusões equivocadas</strong></p> \n \n<p>Eram dois vizinhos que mantinham um bom relacionamento de amizade.</p> \n \n<p>Um deles comprou um coelho para os filhos.</p> \n \n<p>Logo, os filhos do outro vizinho também desejaram um animal de estimação.<br /> \nO pai lhes comprou um filhote de pastor alemão.<br /> \nA preocupação teve início. O dono do coelho achou que o cão poderia comer o seu animalzinho.<br /> \nO outro acreditava na boa índole e afirmou que o pastor era filhote. Bastaria que os animais fossem colocados juntos, aprendessem a conviver desde cedo e tudo daria certo.<br /> \nEles seriam amigos. E por um tempo foi assim. Juntos cresceram e se tornaram amigos.<br /> \nEra comum ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa.<br /> \nAs crianças, felizes, com os dois animais.<br /> \nCerta sexta-feira, o dono do coelho resolveu viajar com a família. O animal ficou sozinho.<br /> \nNo domingo à tarde, o dono do cachorro com sua família tomava um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes.<br /> \nO pobre animal estava imundo, sujo de terra, morto.<br /> \nQuase mataram o cachorro de tanto agredi-lo. Deram-lhe uma grande surra.<br /> \nDepois, veio o dilema: &ldquo;o que fazer, agora? Afinal, o vizinho estava certo. O cão mataria o coelho.&rdquo;<br /> \nOs donos do animal morto logo chegariam. O que fazer? Como consertar o estrago?<br /> \nEnquanto isso, lá fora, o cachorro chorava, lambendo os seus ferimentos.<br /> \nA grande dificuldade era como explicar para os filhos do vizinho o que acontecera com seu amado animalzinho.<br /> \nEntão surgiu a de lavar o coelho, deixá-lo limpinho, secá-lo com o secador, arrumar bem o pelo e o colocar em sua casinha.<br /> \nAssim pensaram. Assim fizeram. Até perfume colocaram nele.<br /> \nAo final, as próprias crianças disseram: &ldquo;Parece vivo! Ficou lindo.&rdquo;<br /> \nPouco depois, ouvem a algazarra da família ao lado chegando. As crianças gritam.<br /> \nO coração dos donos do cão batia forte e eles pensaram: pronto! Descobriram!<br /> \nPassados alguns minutos, o dono do coelho bate na porta, assustado. Parecia ter visto um fantasma.<br /> \n&ldquo;O que foi?&rdquo; Perguntam.<br /> \n&ldquo;O coelho, o coelho... morreu!&rdquo; Diz aquele.<br /> \n&ldquo;Morreu?&rdquo; &ndash; inocentemente fala o pai da família dona do cão. &ldquo;parecia tão bem hoje à tarde.&rdquo;<br /> \n&ldquo;Morreu na sexta-feira!&rdquo; &ndash; exclama o outro.<br /> \n&ldquo;Na sexta?&rdquo;<br /> \n&ldquo;Foi. Antes de viajarmos, as crianças o enterraram no fundo do quintal. Imagine que agora está lá na casinha, limpo, branquinho, reapareceu!&rdquo;</p> \n \n<p>A história termina aqui. Não importa o que aconteceu depois. O que merece ser examinada é a situação do pobre cachorro.<br /> \nO pobrezinho, desde a sexta-feira, quando sentiu falta do amigo, começou a farejar.<br /> \nFinalmente, descobriu o corpo morto e enterrado. Com o coração partido, ele desenterrou o amigo de infância e foi mostrar aos seus donos.<br /> \nTalvez esperasse que eles o pudessem ressuscitar. E o que acontece? Pancadas e mais pancadas. Simplesmente porque expressava a sua preocupação com um amigo.</p> \n \n<p>Quase sempre procedemos assim em nossos&nbsp;relacionamentos.&nbsp;Julgamos&nbsp;os outros, sem antes verificar o que aconteceu de fato.<br /> \nÉ suficiente que suspeitas sejam levantadas contra alguém, e estamos prontos a nos afastar da pessoa. E até a comentar,&nbsp;continuar&nbsp;divulgando os fatos ouvidos.<br /> \nTudo sem antes verificar se os fatos são verdadeiros, sem ir indagar daquele de quem se fala, o que, de verdade, está acontecendo.<br /> \nE assim velhas amizades são destruídas. Reputações são manchadas.<br /> \nPessoas nobres recebem ingratidão. Tudo porque, quase sempre, tiramos conclusões precipitadas das situações e nos achamos donos da verdade.<br /> \nPensemos nisso!</p> \n \n<p>Equipe de Redação do Pense Nisso</p> \n \n<p>com base em história de autoria ignorada.</p> \n \n<p>Em 01.02.2013</p> \n

GENEROSIDADE
29 Mar 20213:04EP 1432

GENEROSIDADE

<span font-size:="" style="">GENEROSIDADE<br /> \n<br /> \nQuando tinha treze anos, Severino saiu de Olho D&rsquo;água Seco, no sertão de Pernambuco, para morar com um tio na capital, Recife.<br /> \nCerto dia perdeu-se na cidade grande. Sem saber ler, não conseguia encontrar o caminho de volta olhando as placas e o nome das ruas. Era como se fosse cego, diz.<br /> \nQuando, afinal, achou o endereço, pediu ao tio para lhe comprar uma cartilha de alfabetização. Sozinho, aprendeu a ler e a escrever. Um ano depois, voltou ao sertão e tratou de ensinar o que sabia à irmã.<br /> \nNão era muito, mas era o bastante. Depois, improvisou uma escolinha para alfabetizar outros moradores. Já tinha ensinado duzentas e trinta e uma pessoas a ler quando deixou Pernambuco por uma vida melhor em São Paulo.<br /> \nGosto de passar adiante tudo o que aprendo. Não vou levar nada para o caixão. Então tenho de compartilhar o que sei com quem precisa, senão esse conhecimento morre comigo, conta ele.<br /> \n* * *<br /> \nEstamos acostumados a reconhecer a generosidade em gestos grandiosos como o de Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos homens mais ricos do planeta, que doou vinte e nove bilhões de dólares à instituição de combate à pobreza que fundou com a mulher, Melinda.<br /> \nMas a história de Severino não deixa dúvida de que a generosidade pode ser praticada mesmo por quem tem pouco ou quase nada &ndash; e de várias formas, muito além de dar bens que sobram.<br /> \nAlguns exemplos são:Antônio, um desembargador de justiça, que conta histórias para crianças num hospital. Élcio, que incentiva a solidariedade na empresa que lidera, e ajudou a fazer dela um dos melhores lugares do mundo para trabalhar.<br /> \nDanielle, que aos sessenta e três anos, ajuda milhares de deficientes visuais a ter acesso a livros.<br /> \nTodos podemos ser generosos, e se desejamos realmente um mundo melhor, começar pela benevolência nas pequenas coisas, nos gestos singelos, é fundamental.<br /> \n* * *<br /> \nProponha a você mesmo este desafio. Pratique um ato de generosidade, no dia de hoje e veja os resultados.<br /> \nNão o resultado do reconhecimento &ndash; pois ele quase sempre não vem, e não deve ser nosso foco &ndash; mas o resultado em sua alma, em sua alegria interior.<br /> \nDoe-se ao outro. Doe-se ao mundo. Doe sua vida ao amor e ganhe a felicidade tão sonhada!<br /> \n<br /> \nRedação do Momento Espírita com base em artigo da revista<br /> \nSorria, v.1, de março/abril de 2008, e no item 886, de O livro dos<br /> \nEspíritos, de Allan Kardec,<br /> \ned .Feb.<br /> \nEm 30.05.2012.</span><br /> \n&nbsp;

O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS
26 Mar 20214:27EP 1429

O EXEMPLO DE JOÃO CARLOS

<strong>&nbsp;O Exemplo de João Carlos</strong><br /> \n<br /> \nA capacidade do ser humano de superar adversidades é inacreditável. E certos exemplos nos levam a acreditar que o ser humano ainda não descobriu tudo de que é capaz.<br /> \nTambém nos servem de exemplos para nossas próprias vidas. Um desses é o pianista João Carlos Martins.<br /> \nComeçou a estudar piano aos oito anos de idade. Após nove meses de aula vencia, com louvor, o concurso da Sociedade Bach, de São Paulo. Um prodígio.<br /> \nRapidamente ele desenvolveu uma carreira de pianista internacional. Tocou nas principais salas de concerto do mundo.<br /> \nDedicou-se à obra de Bach.<br /> \nNo auge da fama, sofreu um grande revés. Jogando futebol, sua outra paixão além da música, caiu sobre o próprio braço. O acidente o privou dos movimentos da mão.<br /> \nPara qualquer pessoa, uma tragédia. Para ele, um desastre total. Mas não se deu por vencido.<br /> \nSubmeteu-se a cirurgias, dolorosas sessões de fisioterapia, injeções na palma da mão.<br /> \nE voltou ao piano e às melhores salas de concerto. Com dor e com paixão.<br /> \nMas a persistência de Martins voltaria a ser testada. Anos depois, vítima de um assalto na Bulgária, foi violentamente agredido.<br /> \nComo consequência, teve afetado o movimento de ambas as mãos.<br /> \nPara recuperar as suas ferramentas de trabalho, voltou às salas de cirurgias e à fisioterapia.<br /> \nConseguiu voltar ao amado piano mais uma vez. Finalmente, em 2002, a sequela das lesões venceu. A paralisia definitivamente dominou suas duas mãos.<br /> \nEra o fim de um pianista.<br /> \nAfastou-se do piano, não da sua grande paixão, a música.<br /> \nAos sessenta e três anos de idade, ele foi estudar regência. Dois anos depois regeu a Orquestra Inglesa de Câmara, em Londres.<br /> \nEm um concerto, em São Paulo, surpreendeu outra vez. Regeu a Nona Sinfonia de Beethoven, totalmente de cor.<br /> \nEle precisou decorar todas as notas da obra por ser incapaz de virar a página da partitura.<br /> \nA plateia rompeu em aplausos.<br /> \nMas João Carlos Martins ainda tinha mais uma surpresa para o público, naquela noite.<br /> \nPediu que subissem um piano pelo elevador do palco. E, com apenas três dedos que lhe restaram, ele tocou uma peça de Bach.<br /> \nA ária da quarta corda foi originalmente escrita para violino. É uma peça musical em que o violinista usa apenas a corda sol para executar a bela melodia.<br /> \nBom, Martins a executou ao piano com três dedos.<br /> \nE, embora não fosse a sua intenção, a impressão que ficou no ar é que todos os presentes se sentiram muito pequenos ante a grandeza de João Carlos Martins.<br /> \n* * *<br /> \nComo Martins, existem muitos exemplos.<br /> \nCriaturas que têm danificado seu instrumento de trabalho e dão a volta por cima, não se entregando à adversidade.<br /> \nRecordamos de Beethoven, compositor, perdendo a audição e, nem por isso deixando de compor.<br /> \nDe Helen Keller, cega, surda, muda se tornando a primeira pessoa com tripla deficiência a conseguir um título universitário.<br /> \nTornou-se oradora, porta-voz dos deficientes, escritora.<br /> \nPense nisso e não se deixe jamais abater porque a adversidade o abraça.<br /> \nPense: você a pode vencer. Vença-a.<br /> \n<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso, com base na<br /> \nbiografia de João Carlos Martins, colhida em<br /> \npt.wikipedia.org.wiki/João_Carlos_Martins.<br /> \nEm 18. 11.2017.

A VAIDADE
25 Mar 20213:44EP 1428

A VAIDADE

&nbsp;<span font-size:="" style="">A VAIDADE<br /> \n<br /> \nA vaidade é o primeiro pecado capital...usamos a palavra &ldquo;pecado&rdquo; de forma metafórica, é claro.<br /> \nMas a vaidade, a soberba, o orgulho é aquilo que faz com que alguém se ache melhor do que os outros, ou acima do outro. e faz com que o vaidoso deixe de perceber a igualdade...deixe de perceber e de se abrir aos outros.<br /> \nA vaidade é um defeito. Porque a vaidade acaba indicando para as pessoas, que eu quero, ou pretendo, ser diferente e acima delas.<br /> \nA pessoa vaidosa toma decisões erradas, porque se têm numa conta excessiva e sempre se superestima.<br /> \nA pessoa vaidosa é difícil, porque ela só vê a sí.<br /> \nA pessoa vaidosa é pouca estratégica, porque ela leva em conta que o mundo inteiro vai pensar sobre ela, aquilo mesmo que ela pensa sobre sí mesma<br /> \nA pessoa vaidosa é frágil; porque alguns elogios, na sua grande maioria falsos, podem quebrar toda resistência de uma pessoa vaidosa.<br /> \nA pessoa vaidosa se torna pouco produtiva, porque acha suficiente aquilo que faz.<br /> \nA pessoa que é tomada pela vaidade, é uma pessoa que não consegue desenvolver o seu potencial, porque acha que é perfeita.<br /> \nQuando nós olharmos o mundo como um lugar de diferenças, onde todos são iguais na dignidade diante da lei. Mas, todos são absolutamente diferentes na percepção do mundo e nas capacidades;<br /> \nQuando percebermos que temos características boas e ruins, em comparação aos outros;<br /> \nQuando tivermos uma dimensão das nossas próprias personalidades, vamos conseguir dar os primeiros passos para superar o problema da vaidade.<br /> \nAs vaidades não nos tornam apenas chatos, a vaidade nos tornam infelizes e incapazes de amarmos.<br /> \nComo todo vício moral, a vaidade impede uma apreciação precisa da realidade.<br /> \nQuem porta esse defeito não percebe que apenas se complica, ao cultivá-lo. Que seria muito mais feliz ao viver com simplicidade.<br /> \nQue ninguém se preocupa muito com sua pessoa e com sua pretensa importância.<br /> \nQue, ao tentar brilhar cada vez mais, frequentemente cai no ridículo e se torna alvo de chacota.<br /> \nAnalise seu caráter e reflita se você não possui excesso de vaidade.<br /> \nVocê reconhece facilmente seus erros?<br /> \nElogia as virtudes e os sucessos alheios?<br /> \nQuando se filia a uma causa, o faz por ideal ou para aparecer?<br /> \nAdmite quando a razão está com os outros?<br /> \nCaso se reconheça vaidoso, tome cuidado com seus atos.<br /> \nEsforce-se por perceber o seu real papel do mundo.<br /> \nReflita que a vaidade é um peso a ser carregado ao longo do tempo.<br /> \nSimplifique sua vida, valorize os outros, admita os próprios equívocos.<br /> \nAo abrir mão da vaidade, seu viver se tornará muito mais leve e prazeroso</span><br /> \n<br /> \n<br /> \n&nbsp; \n<div style="" text-align:=""><span font-size:="" style=""><em>Redação do Pense Nisso,<br /> \ncom base na palestra do historiador Leandro Karnal.<br /> \nEm 19.05.2017</em></span></div> \n

O PODER DO AMOR SILENCIOSO
23 Mar 20214:09EP 1427

O PODER DO AMOR SILENCIOSO

&nbsp;<span font-size:="" style="">O PODER DO AMOR SILENCIOSO<br /> \n<br /> \nRoberta estava a caminho de Nova York, onde faria uma palestra em um congresso médico.<br /> \nA caminho do aeroporto, passou pela casa da Sra. Hillary Withers, que morrera há pouco e onde se realizava uma grande venda de utensílios, roupas, calçada.<br /> \nRoberta entrou e foi verificando o que havia por ali.<br /> \nChamou-lhe a atenção, no sótão, a grande quantidade de sacos de embalagem amarelados, de todos os tamanhos, contendo produtos ainda intactos.<br /> \nReconheceu um deles. Lembrou-se de quando se tornara representante de uma empresa de perfumaria e cosméticos. Naquele remoto dia de junho, ela havia percorrido toda a avenida, batido a todas as portas e não vendera nada. Desanimada, chegara à última casa. A casa da Sra. Withers.<br /> \nFoi convidada a entrar, vendeu cremes e perfumes, num total de mais de cem dólares.<br /> \nUma enorme compra! Roberta disse que pretendia, com o dinheiro da comissão, comprar uma malha de lã para sua mãe e economizar para pagar o curso de enfermagem.<br /> \nA Sra. Withers lhe ofereceu chá e, enquanto o preparava, devagar, deixando-o em infusão em um bule especial, foi lhe dizendo que ela poderia conseguir qualquer coisa que tivesse em mente.<br /> \nApós aquela visita, Roberta recebera prêmios como vendedora distrital e nacional. E realizara o seu sonho de ser enfermeira.<br /> \nDe volta ao presente, ela perguntou à senhora que cuidava das embalagens por que a Sra. Withers comprava produtos se não os usava.<br /> \nEm tom confidencial, ela segredou: Hillary tinha um carinho especial pelos vendedores. Nunca os dispensava. Comprava seus produtos. Também emprestava um ouvido amigo e compartilhava o seu amor e as suas orações. Acreditava que alguém, com um pouco de estímulo, poderia alcançar metas inimagináveis.<br /> \nDepois, repassava a outros os produtos. Nem todos, como se vê. Eram tantos, que alguns acabavam esquecidos.<br /> \nQuando Roberta chegou ao congresso e caminhou até a tribuna, olhou todos aqueles especialistas da área da saúde e sentiu tremerem as pernas.<br /> \nRecordou-se então, das palavras da Sra. Withers.<br /> \nE começou dizendo: Costuma-se afirmar que o trabalho de enfermagem significa tornar visível o amor. Nesta manhã, aprendi o extraordinário poder do amor silencioso, manifestado em segredo.<br /> \nUm tipo de amor que não é para ser exibido, mas que realiza o bem na vida das outras pessoas. Alguns de nossos mais importantes gestos de amor podem passar despercebidos. Contudo, um dia, eles irão florescer, quando seu aroma se desprender.<br /> \nE contou aos colegas a história emocionante da sua benfeitora.<br /> \n* * *<br /> \nLeve em sua bagagem pessoal, para onde quer que você vá, algumas frases especiais, como: Seu trabalho foi excelente.<br /> \nSuas palavras me ajudaram.<br /> \nObrigado por me servir.<br /> \nSenti sua falta.<br /> \nEstou muito feliz por você.<br /> \nOrei por você hoje.<br /> \nSe existem palavras que você gostaria de ouvir, tenha certeza de que elas também servem para encorajar os outros.<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso, com base no cap. Um bule de chá muito especial,<br /> \nde Roberta Messner e no cap. Palavras de incentivo, de Susan Maycinik,<br /> \ndo livro Histórias para o coração 2, de Alice Gray, ed. United Press.<br /> \nEm 24.2.2015.</span><br /> \n<br /> \n&nbsp;

VÁ AO OESTE
22 Mar 20213:45EP 1426

VÁ AO OESTE

<strong>&nbsp;Vá ao Oeste</strong><br /> \n<br /> \nDurante o século XV, os desbravadores dos mares passaram por muitas empreitadas difíceis. Eles estavam em busca de novas terras. Colombo descobriu a América do Norte, em 1492 e Cabral, o Brasil, em 1500.<br /> \nDescobriram essas terras ao Oeste de onde residiam, a milhas e milhas de distância.<br /> \nTempos depois, houve outras empreitadas. Os americanos buscaram novas terras, mais ao Oeste de onde estavam. Afinal, Colombo ficou apenas no descobrimento da parte leste do continente americano, e assim também foi com Cabral.<br /> \nNo Brasil, a incumbência de ir em busca do Oeste do território coube aos bandeirantes.<br /> \nEm nenhum momento essas empreitadas foram fáceis. Muitas pessoas sucumbiram diante desse desafio. A conquista das novas terras ao Oeste foi um marco de superação da História humana.<br /> \nProcuremos nos imaginar como os esportistas. Todos eles buscam a sua superação. No início, sofrem muitas derrotas, são quedas inúmeras e muitas frustrações, mas, em seguida, conseguem alcançar o seu Oeste.<br /> \nÉ o alpinista chegando ao cume de uma montanha, o surfista pegando uma onda perfeita, o paraquedista executando com maestria suas manobras. Esses são apenas alguns exemplos de superação desses atletas.<br /> \nPara chegar a isso, com certeza, muito trabalho, dedicação, persistência e outros adjetivos foram necessários para que a meta traçada por eles fosse alcançada. Eles conseguiram conquistar o seu Oeste.<br /> \nUm Oeste que não é fácil de ser alcançado, mas também não é impossível.<br /> \nE para nós, onde está o nosso Oeste? Temos um a buscar?<br /> \nSeria a busca de um melhor salário? De uma família perfeita? De amigos e familiares compreensivos e cooperativos ao máximo?<br /> \nNosso Oeste está tão distante como estava para Colombo e Cabral? É algo mais fácil ou mais difícil de ser alcançado?<br /> \nMuitas são as perguntas, e várias são as respostas. Cada um de nós tem a sua, cada um tem o seu Oeste a buscar.<br /> \nResta saber agora se essa busca é uma busca nobre, uma busca que nos fará permanecer no caminho do bem.<br /> \n* * *<br /> \nReflitamos bem qual Oeste estamos buscando.<br /> \nSe estamos no rumo onde, no futuro, veremos um caminho de luz, ótimo, sigamos em frente.<br /> \nNo entanto, se no atual caminho percebemos que logo mais à frente enxergaremos um céu cinza e carregado, paremos e busquemos uma nova rota.<br /> \nOs desbravadores dos mares, por certo, enfrentaram várias tempestades e souberam contorná-las, tiveram que mudar a sua rota, mas não o seu destino.<br /> \nVários Oestes existem e podem ser alcançados, mas apenas você é o dono do seu destino.<br /> \n&nbsp; \n<div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso.<br /> \nEm 26.4.2014.</em></div> \n

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