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PODCAST · 3185 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM
8 Abr 20214:15EP 1441

EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM

EU ACHAVA QUE O CHORO ERA RUIM<br /> \n<br /> \n<br /> \nA experiência de uma mãe e seu bebê nos traz reflexões muito profundas e importantes. Diz-nos ela:<br /> \nÉ que eu achava que o choro era ruim. Eu achava que o choro tinha que parar. E acho que é isso que aprendi: não precisa.<br /> \nExistem, sim, motivos para o choro: desconforto de temperatura, fome, fralda, refluxo, doença, sono. Mas existe o choro que não cessa após checar tudo o que pode estar errado.<br /> \nE esse choro, que pode durar horas até, esse choro não é errado. E se hoje eu pudesse rever esses dias de maternagem, talvez me preocupasse menos em silenciar o choro de minha filha e mais em acolher suas lágrimas.<br /> \nTalvez eu me focasse menos em ficar dizendo &ldquo;shhhh&rdquo;, balançando Clarinha de um lado pro outro do quarto, tentando todas as táticas possíveis, me sentindo incapaz de consolá-la, e decidisse aceitar o seu choro, sua voz, como eu procuro aceitar a de qualquer amigo que me procura em prantos.<br /> \nEntender que não se pode resolver a dor do outro, mas sempre se pode acolhê-la.<br /> \nEntender que o choro às vezes não é dor, mas adaptação a esse mundo de sons, cheiros, luzes e pessoas, a que o bebê não está acostumado.<br /> \nEntender que, quando não se fala, não se balbucia e não se gesticula, só existe o choro como comunicação.<br /> \nE quantas vezes as minhas tentativas de cessar o choro me impediram a verdadeira conexão com a minha filha?<br /> \nO quanto o simples ato de abraçá-la e permitir que ela chorasse o que precisava, sabendo que eu estava ali com ela, presente, integralmente presente, sem procurar distraí-la, teria sido tão ou mais eficiente do que tentar táticas e truques para ela parar de chorar?<br /> \nO quanto aquele choro não era um pedido por mais presença com intenção e coração, uma necessidade de dar um basta nas incômodas visitas pós-parto, um desejo de proximidade e o luto pela separação de não estar mais dentro de mim, segura e protegida?<br /> \nChoro é emoção. Não quero ensinar a ela que o choro é errado. Que as emoções são erradas, que sentir é inadequado. O choro é normal.<br /> \n* * *<br /> \nSe percebermos bem, adquirimos este hábito de fazer tudo para que o choro cesse o quanto antes. Tanto o nosso chorar como o de alguém que nos é caro.<br /> \nO choro é incômodo, é constrangedor, em nossa cultura, e ele precisa ser represado com uma urgência e um desespero injustificáveis &ndash; se pensarmos bem.<br /> \nNão paramos para pensar que o choro tem seu momento. É algo que precisa sair e precisa de tempo para isso.<br /> \nMelhor para fora do que para dentro, disse alguém, um dia, consolando uma pessoa que se desculpava por não ter conseguido segurar as lágrimas.<br /> \nSim, nós pedimos desculpas por nos emocionarmos... Muito estranho. Como se fosse sinal de fraqueza.<br /> \nChorar é bom. Chorar é importante. Chorar é terapêutico. Aqueles que guardam anos e anos de lágrimas constroem doenças para si. É isso mesmo: ficamos doentes porque represamos emoções.<br /> \nE no que diz respeito à dor do outro, que muitas vezes não conseguimos resolver, que às vezes teríamos vontade de tirar com as mãos se pudéssemos &ndash; quando é de um filho, de um pai, de uma mãe &ndash; essas dores podemos acolher. Podemos compartilhar lágrimas e dizer: Estou com você.<br /> \nAcolher o choro de alguém sempre será gesto profundo de amor.<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso, com base<br /> \nem texto de autoria de Gabriela Ruggiero Nor<br /> \ndo site www.vilamamifera.com/cafemae,<br /> \nde 20 de julho de 2014.<br /> \nEm 16.9.2014.<br /> \n&nbsp;

O URSO E A PANELA QUENTE
7 Abr 20212:50EP 1440

O URSO E A PANELA QUENTE

&nbsp;<span font-size:="" style="">O URSO E A PANELA QUENTE<br /> \n<br /> \nCerta vez, um urso faminto perambulava pela floresta em busca de alimento.<br /> \nA época era de escassez, porém, seu faro aguçado sentiu o cheiro de comida e o conduziu a um acampamento de caçadores.<br /> \nAo chegar lá, o urso, percebendo que o acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida.<br /> \n<br /> \nQuando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.<br /> \nEnquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo.<br /> \nNa verdade, era o calor da tina...<br /> \nEle estava sendo queimado nas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.<br /> \nO urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.<br /> \nComeçou a urrar muito alto.<br /> \nE, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo.<br /> \n<br /> \nQuanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra o seu corpo e mais alto ainda rugia.<br /> \nQuando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma árvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.<br /> \nO urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.<br /> \n<br /> \n<br /> \nQuando terminei de ouvir esta história de um mestre, percebi que, em nossa vida, por muitas vezes, abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.<br /> \nAlgumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro, e mesmo assim, ainda as julgamos importantes.<br /> \nTemos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero.<br /> \nApertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.<br /> \nPara que tudo dê certo em sua vida, é necessário reconhecer, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir.<br /> \nTenha a coragem e a visão que o urso não teve.<br /> \nTire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder.<br /> \nPense Nisso e solte a panela!<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso, com base de um texto anônimo<br /> \nEm 16.4.2014.</span><br /> \n&nbsp;

CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO
6 Abr 20213:48EP 1439

CIDADANIA E RESPEITO AO PRÓXIMO

Existem situações nas quais passamos no dia-a-dia capazes de nos fazer refletir. O que demonstramos com nossas atitudes? O que as pessoas observam em nós e o que percebemos nelas?<br /> \n&nbsp;<br /> \nClara mora em uma grande cidade do Brasil, na qual milhões de pessoas dividem o espaço em movimentadas ruas.<br /> \n&nbsp;<br /> \nTodos os dias, na hora do almoço, ela anda seis quadras até o restaurante que costuma frequentar. Nesse trajeto, até há poucos meses, havia semáforo para pedestres em apenas uma das esquinas que cruzava.<br /> \n&nbsp;<br /> \nHá poucos meses, viu, com alegria, a instalação de novos semáforos para pedestres em todas as esquinas daquele trajeto.<br /> \n&nbsp;<br /> \nMas, os sinais de trânsito não eram percebidos pela maior parte das pessoas que por ali circulava. Ela pensava: é só uma questão de tempo... logo todos vão prestar atenção.<br /> \n&nbsp;<br /> \nVárias semanas depois, Clara percebeu que as pessoas, em sua maioria, desrespeitavam os sinais luminosos, e continuavam a cruzar a rua sem segurança. Chegou a observar uma jovem, com um bebê no colo, cruzar a rua quando o sinal estava vermelho para os pedestres, e quase foi atropelada.<br /> \n&nbsp;<br /> \nDia desses Clara resolveu contar o tempo que levaria, a mais, para chegar ao restaurante, se tivesse que esperar todos os sinais fecharem e abrirem. A conclusão foi surpreendente: apenas um minuto e vinte segundos!<br /> \n&nbsp;<br /> \nE, por tão pouco, as pessoas arriscavam tanto...<br /> \nEla pensou em escrever para o departamento responsável pelo trânsito e solicitar uma campanha de educação aos pedestres. Mas, logo pensou: o cidadão também deve fazer a sua parte!<br /> \n&nbsp;<br /> \nEla continuou a esperar, pacientemente, a vez de cruzar a rua, mesmo sendo, muitas vezes, a única pessoa a respeitar o sinal.<br /> \n&nbsp;<br /> \n*&nbsp;&nbsp; *&nbsp;&nbsp; *<br /> \n&nbsp;<br /> \nMuito se fala em cidadania. É quando o cidadão possui e exerce os direitos civis e políticos de um Estado.<br /> \n&nbsp;<br /> \nFalar em direitos é sempre agradável a qualquer indivíduo, e, sem dúvida alguma, todos devemos lutar por eles para viver dignamente.<br /> \n&nbsp;<br /> \nMas, morando em comunidades, devemos sempre estar atentos aos nossos deveres, pois, se cada um buscar apenas os direitos, a vida em sociedade será um caos.<br /> \n&nbsp;<br /> \nEm um país todos estão sujeitos à Constituição que é a Carta que dita deveres e direitos a todos os cidadãos.<br /> \n&nbsp;<br /> \nTemos sim, portanto, deveres para com o próximo. E o próximo é nosso familiar, nosso amigo, nosso colega de trabalho, nosso vizinho.<br /> \n&nbsp;<br /> \n*&nbsp;&nbsp; *&nbsp;&nbsp; *<br /> \n&nbsp;<br /> \nE você? Como você age no dia a dia? Como aqueles que só pensam em seus direitos, ou como quem mostra a evolução moral de conhecer e cumprir seus deveres?<br /> \n&nbsp;<br /> \nComo você se comporta diariamente?<br /> \n&nbsp;<br /> \nReflita com carinho e você concluirá que devemos melhorar a cada dia, aprendendo a respeitar as leis, a respeitar o próximo e a fazer a nossa parte, mesmo que aqueles com quem convivemos ainda não o façam.<br /> \n&nbsp;<br /> \nPense Nisso&hellip;<br /> \nMas&hellip; pense agora.<br /> \n&nbsp;<br /> \n&nbsp;<br /> \nPense Nisso com base no texto do Momento Espírita, em 23/03/21

O RICO VIGILANTE
5 Abr 20213:49EP 1438

O RICO VIGILANTE

<span font-size:="" style="">O RICO VIGILANTE<br /> \n<br /> \nO desejo de ser rico é bastante comum.<br /> \nEm geral, ele se origina do egoísmo e da vontade de gozar dos bens do mundo em regime de ócio e saciedade.<br /> \nMas há quem o justifique com a ideia de dar conforto e segurança para os seus.<br /> \nA respeito desse sonho tão comum, há uma narrativa bem esclarecedora.<br /> \nConta-se que um homem honrado animou-se com o propósito de enriquecer para beneficiar sua família.<br /> \nAflito por alcançar seus fins, envolveu-se em várias empresas.<br /> \nPor vinte anos consecutivos, ajuntou moeda sobre moeda, formando o patrimônio de alguns milhões.<br /> \nQuando se deu por satisfeito, reconheceu que todos os quadros da própria vida se haviam alterado.<br /> \nO lar, dantes simples e alegre, adquirira feição sombria.<br /> \nA esposa fizera-se escrava de mil obrigações destinadas a matar o tempo.<br /> \nOs filhos cochichavam entre si a respeito da herança que a morte do pai lhes reservaria.<br /> \nOs vizinhos, acreditando-o completamente feliz, cercaram-no de inveja e ironia.<br /> \nOs negociantes visitavam-no a cada instante, propondo-lhe transações criminosas ou descabidas.<br /> \nServidores o bajulavam, com declarado fingimento, quando ao lado de seus ouvidos.<br /> \nEm razão de tantos distúrbios, era compelido a transformar a residência em uma fortaleza.<br /> \nSobrava-lhe tempo, agora, para registrar as moléstias do corpo, cada vez mais presentes.<br /> \nEm poucas semanas de observação, concluiu que a fortuna trancafiada no cofre era motivo de crises sem fim.<br /> \nA partir daí, passou a libertar suas enormes reservas.<br /> \nJunto dele, amigos e vizinhos passaram a ter as bênçãos do serviço e do bom ânimo.<br /> \nDesde o primeiro sinal de semelhante renovação, a esposa fixou-o com estranheza e revolta.<br /> \nOs filhos odiaram-no e os próprios beneficiados o julgaram louco.<br /> \nTodavia, o milionário vigilante passou a possuir no domicílio um santuário aberto e alegre.<br /> \n* * *<br /> \nEssa história pitoresca simboliza a necessidade do equilíbrio na vida humana, em especial no que tange aos bens materiais.<br /> \nToda riqueza que corre, à maneira das águas cristalinas da fonte, é uma bênção viva.<br /> \nJá a riqueza em inútil repouso converte-se em poço venenoso de água estagnada.<br /> \nNão há lógica em querer um rio inteiro, quando um simples copo de água pode saciar a sede.<br /> \nOs bens do mundo são instrumentos e não a finalidade do existir.<br /> \nQualquer que seja a posição do homem, ele enfrenta problemas e desafios.<br /> \nNa busca de bens cada vez mais vastos, não compensa esquecer a essência do existir.<br /> \nFamília, amigos e a própria dignidade constituem o tesouro mais importante que se pode ter.<br /> \nPense nisso.Mas Pense Agora<br /> \n<br /> \n<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso, com base no cap. 21, do<br /> \nlivro Jesus no lar, pelo Espírito Neio Lúcio, psicografia de Francisco Cândido Xavier, ed. Feb.<br /> \nEm 01.03.2013.</span><br /> \n&nbsp;

PÁSCOA
3 Abr 20213:37EP 1437

PÁSCOA

Você já deve ter percebido, pelas prateleiras abarrotadas de ovos e coelhos de chocolate, que se aproximam os dias da Páscoa. Os meios de comunicação, em geral, não lhe deixariam esquecer tal data.<br /> \n<br /> \nSe, no entanto, alguém lhe perguntasse o que é a Páscoa, você saberia responder? Qual a relação com ovos, coelhos e chocolates?<br /> \n<br /> \nTem-se notícias de que os israelitas, bem antes de Moisés, celebravam a Páscoa, sempre na primeira lua cheia da primavera, quando ofereciam à Divindade os primogênitos do seu rebanho.<br /> \n<br /> \nA palavra em aramaico pashã, em hebraico pesah (pessach), significa a passagem. Segundos uns, do sol pela constelação do carneiro ou da lua pelo seu ponto mais alto. Nas línguas saxônicas o nome indica uma associação com o mês de abril, quando se comemorava a morte do inverno e a recuperação da vida, a chegada da primavera.<br /> \n<br /> \nO sentido de passagem é relacionado no livro bíblico Êxodo. Foi na época da Páscoa que se deu a libertação do povo hebreu.<br /> \n<br /> \nCerca de quinze séculos antes de Cristo, depois de ter vivido cerca de quatro séculos no Egito, duramente tratado pelos faraós, conseguiu o povo de Israel abandonar para sempre a terra da escravidão. Naquela noite, os hebreus se serviram da carne assada de um cordeiro, pães ázimos, isto é, sem sal e fermento e alfaces amargas.<br /> \n<br /> \nEm memória daquela noite, todo ano, pelo catorze de Nisan (o mês de abril), os chefes de família celebravam a Páscoa comemorando agora a libertação do cativeiro egípcio.<br /> \n<br /> \nOs Evangelhos nos dão notícias da última ceia de Jesus com os Apóstolos justamente à época da Páscoa. A paixão, morte e ressurreição de Jesus coincidiram com essa festa.<br /> \n<br /> \nPara os cristãos, a data deve lembrar a ressurreição do Cristo. Após a Sua morte na cruz, Ele se mostra vivo para os Apóstolos, discípulos e amigos.<br /> \n<br /> \nO costume de oferecer ovos como presente, nessa época, remonta aos antigos egípcios. Entre nós, o costume foi trazido por missionários que visitaram a China.<br /> \n<br /> \nSó que antigamente, eram ovos mesmo, de pata ou de galinha, coloridos e enfeitados, depois transformados em ovos de chocolates.<br /> \n<br /> \nPara alguns historiadores, o coelho, por ser o animal que mais se reproduz, traduz antigos ritos do paganismo da fertilidade.<br /> \n<br /> \nPara os cristão, a Páscoa representa a Imortalidade da alma, segundo as escrituras do novo testamento ,atestado pelo próprio Cristo.<br /> \n<br /> \nVocê sabia :<br /> \n<br /> \nQue os ovos de chocolate foram introduzidos no Brasil entre os anos de 1913 e 1920, por imigrantes alemães?<br /> \n<br /> \nE que foi a partir do século XVIII que se passou a incorporar o ovo de chocolate na comemoração da Páscoa?<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso<br /> \nEm 16.03.2013.<br /> \n&nbsp;

VOCÊ SABE QUE EU VOU SER IGUAL A VOCÊ
2 Abr 20213:21EP 1436

VOCÊ SABE QUE EU VOU SER IGUAL A VOCÊ

<span font-size:="" style="">VOCÊ SABE QUE VOU SER IGUAL A VOCÊ<br /> \n<br /> \nO cantor e compositor americano Harry Champin, escreveu e compôs uma linda canção que fez muito sucesso nos anos 70.Ela fala sobre a ausência dos pais. A letra diz assim:<br /> \nMeu filho chegou outro dia<br /> \nVeio para o mundo da maneira comum<br /> \nMas havia planos para realizar<br /> \nE contas a pagar<br /> \nEle aprendeu a andar enquanto eu estava fora<br /> \nE ele estava falando antes de eu conhecê - lo<br /> \nE enquanto ele crescia<br /> \nEle falava: &quot;Vou ser igual a você pai,<br /> \nVocê sabe que vou ser igual a você&quot;<br /> \n<br /> \n&quot;Quando você vem pra casa, pai?&quot;<br /> \n&quot;Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> \nVocê sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> \n<br /> \nMeu filho fez 10 anos outro dia<br /> \nEle disse: &quot;Obrigado pela bola pai,<br /> \nVamos lá, vamos jogar<br /> \nVocê pode me ensinar a chuta-la?&quot;<br /> \nEu disse &quot;não hoje, tenho muito pra fazer&quot;<br /> \nEle disse &quot;tudo bem&quot;<br /> \nE ele foi embora, mas seu sorriso nunca desapareceu<br /> \nDisse &quot;eu vou ser igual a ele, sim<br /> \nSabe, vou ser igual a ele&quot;<br /> \n<br /> \n&quot;Quando você vem pra casa, pai?&quot;<br /> \n&quot;Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> \nVocê sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> \n<br /> \nBem, ele chegou do colégio outro dia<br /> \nComo um homem, eu tive que dizer<br /> \n&quot;filho, estou orgulhoso de você.<br /> \nPode sentar um pouco?&quot;<br /> \nEle balançou a cabeça,<br /> \nE disse com um sorriso:<br /> \n&quot;O que eu realmente queria pai,<br /> \né pegar emprestada a chave do carro,<br /> \nTe vejo mais tarde&quot;<br /> \nQuando você vem pra casa, FILHO?&quot;<br /> \n&quot;Eu não sei quando, mas vamos ficar juntos,<br /> \nVocê sabe que vamos nos divertir juntos&quot;<br /> \n<br /> \nPor muito tempo estive aposentado<br /> \nE meu filho se mudou<br /> \nLiguei pra ele outro dia<br /> \nE disse: &quot;Eu gostaria de te ver se não se importasse&quot;<br /> \nEle disse: &quot;Eu adoraria, pai, se pudesse achar tempo&quot;<br /> \n&ldquo;Mas foi muito bom falar com você, pai&rdquo;<br /> \nE quando desliguei o telefone,<br /> \nIsso me ocorreu,<br /> \nEle cresceu igualzinho a mim<br /> \nMeu filho era igualzinho a mim<br /> \n***<br /> \nComo ouvimos, a letra da canção nos faz pensar a respeito das nossas ausências de cada dia, com os nossos filhos.<br /> \nA nossa ausência de hoje, pode se refletir na saudade que sentiremos no inverno da nossa existência.Quando eles, da mesma forma que nós fizemos, também serão ausentes.<br /> \nPor isso pais e mães, paramos um instante e reflitamos e nos façamos mais presentes aos nosso pequeninos.<br /> \nTudo que apresentarmos como normal na vida no lar, tende a se normalizar na vida da criança.<br /> \nOs filhos estão nos observando sempre e construindo, em cada momento ao nosso lado, seu sucesso ou infelicidade futuros.<br /> \nA oportunidade da convivência familiar é única. Aproveitemos com sabedoria.<br /> \nPense Nisso, mas pense agora.</span><br /> \n&nbsp; \n<div style="" text-align:=""><br /> \n<em><span font-size:="" style="">Redação do Momento Espírita com base em texto extraído de<br /> \nvídeo encontrado na Internet, sem menção a autor.<br /> \nEm 24.06.2012.</span></em></div> \n

AMOR SENTIMENTAL
1 Abr 20214:38EP 1435

AMOR SENTIMENTAL

AMOR SENTIMENTAL<br /> \n<br /> \nQuantas vezes você mulher, olhou para o seu companheiro e não se indagou: - bem que ele poderia ser como o personagem da novela tal; romântico, seguro, observador...<br /> \nE você marido?Muitas vezes devem ter fantasiado o mesmo com relação a sua esposa.Ah se ela fosse mais magra, ou se reclamasse menos das coisas, se fosse mais compreensiva, mais envolvente.Tal como a personagem do filme.<br /> \nFantasias.Devaneios.Utopias.<br /> \nA atriz Rita Hayworth tornou-se famosa vivendo nas telas o mito da mulher sensual. Em 1946, tornou-se deusa do amor interpretando o papel que lhe daria maior glória: Gilda.<br /> \nDali em diante foi sempre difícil para ela conseguir que as pessoas separassem Rita de Gilda. As pessoas a olhavam e a viam como Gilda, a personagem do filme.<br /> \nPor isso mesmo, Rita chegou a se casar por sete vezes. Em suas entrevistas, ela dizia que jamais conseguira ser verdadeiramente amada.<br /> \nOs homens procuram Gilda, namoram Gilda, casam-se com Gilda e depois descobrem que sou Rita, simplesmente Rita.<br /> \nO que a famosa atriz queria dizer é que os homens não conseguiam vê-la como o ser humano, com defeitos, com desejos e anseios muito diferentes daqueles da personagem que interpretava no filme. Por isso, acabavam se desiludindo e abandonando-a.<br /> \nIsso acontece muito. Trata-se do que Erich Fromm chama de amor sentimental. É o amor que só é experimentado em fantasia e não nas relações concretas com a pessoa, que é real.<br /> \nAssim, homens e mulheres, que não se sentem felizes em seus casamentos, encontram satisfação no consumo de filmes, novelas, contos amorosos e canções de amor.<br /> \nComovem-se até às lágrimas quando participam da feliz ou infeliz história de amor do casal, na tela, como se fosse a sua própria história.<br /> \nAs mulheres que ficam aguardando um gesto de gentileza do marido, alguma atitude romântica e nada recebem, escolhem como seu ideal o galã da telenovela da atualidade.<br /> \nSim, aquele é um homem verdadeiramente gentil. Ele sabe elogiar o cabelo, a roupa nova da sua amada. Tem a capacidade de renunciar à companhia dos amigos para estar com ela. Manda flores, escreve e fala frases bonitas.<br /> \nAssim também o homem que vê no papel da atriz o seu ideal de mulher e se torna espectador do amor alheio.<br /> \nVibra com tudo o que a cena lhe mostra, mas quando retorna à sua vida real, se torna frio.<br /> \nNo entanto, amar, antes de tudo, consiste em dar, não em receber.<br /> \nE o que uma pessoa pode dar para outra? A mais importante maneira de dar não está nas coisas materiais, está em dar de si mesmo, do que tem de mais precioso, dar de sua vida.<br /> \nDar da sua alegria, da sua compreensão, da sua atenção, da sua tristeza, enfim, de todas as expressões e manifestações daquilo que vive em si.<br /> \n* * *<br /> \nDiferentemente do amor &ndash;paixão, o amor sublime é de essência divina. Todos os homens, do primeiro ao último, têm, no fundo do coração, a centelha desse fogo sagrado.<br /> \nO amor é o mais elevado dos sentimentos. É esse sol interior que reúne em seu ardente foco todas as aspirações sobre-humanas.<br /> \nQuem ama encontra, todos os dias, razões para a própria felicidade que é, em síntese, a felicidade daqueles que ama.<br /> \nPense Nisso, e viva o amor real, o amor sublime.<br /> \n<br /> \nRedação do Pense Nisso, com base nos caps. II e III, do<br /> \nlivro A arte de amar, de Erich Fromm, ed. Itatiaia e nos itens 8 e 9 do<br /> \ncap. XI de O evangelho segundo o espiritismo, de Allan Kardec, ed.<br /> \nFeb.<br /> \nEm 06.7.2012.

A PROCURA DA FELICIDADE
31 Mar 20214:09EP 1434

A PROCURA DA FELICIDADE

<strong>&nbsp;A procura da felicidade</strong><br /> \n<br /> \nQuem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se deem conta disso.<br /> \nMas, afinal, o que é a felicidade?<br /> \nA felicidade varia de pessoa para pessoa, e em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> \nQuando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria a nossa felicidade. E envidamos todos os esforços para conquistá-la.<br /> \nSe estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade, por algum tempo.<br /> \nSe somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa.<br /> \nNo entanto, os que padecem fome e frio, encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz.<br /> \nJá para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.<br /> \nEnfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.<br /> \nCerta vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade.<br /> \nFoi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua viu um homem puxando uma carroça.<br /> \nAo observar a cena, pensou: Pobre homem! Fazendo o trabalho de um animal irracional..<br /> \nIsso é que deve ser infelicidade!<br /> \nPensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou:<br /> \nO senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses...<br /> \nConfessa ela que o homem fê-la mudar a paisagem íntima, ao responder entusiasmado:<br /> \nNão, senhora! Sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça.<br /> \nTenho força, consigo o meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.<br /> \n* * *<br /> \nComo podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros.<br /> \nA verdadeira felicidade é aquela sem mescla, à felicidade plena.<br /> \nTodavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem infelicitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.<br /> \n* * *<br /> \nMuitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra.<br /> \nA cada momento o Universo nos oferece mil motivos para nos alegrar.<br /> \nA oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho...<br /> \nA natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós.<br /> \nAté mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene, que a todos nos aguarda.Pense Nisso, mas pense agora.<br /> \n&nbsp; \n<div style="" text-align:=""><em>Redação do Pense Nisso, com base em história<br /> \npublicada no Jornal Caridade, de maio/junho de 1997...<br /> \nEm 19.06.2012.</em></div> \n

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