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PODCAST · 1549 EPISÓDIOS

CERVEJA PARA DESCONTRAIR

Um encontro perfeito entre um gole e novas experiências. No Cerveja para descontrair, você descobre dicas de harmonização, curiosidades e origens das cervejas. Um espaço cervejeiro leve e descontraído, ideal para quem aprecia brindar conhecimento com prazer.

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CERVEJAS MATURADAS EM BARRIS
4 Dez 20251:54EP 1341

CERVEJAS MATURADAS EM BARRIS

Cerveja para descontrair com o bier sommelier Elvio Rezende. Oferecimento: Cervejaria Louvada. Honre até o último gole. Tudo bem? Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana nós estamos falando das cervejas maturadas em barris e cervejas de guarda. Ontem falamos sobre três estilos: falamos sobre as Barley Wines, as Russia Imperial Stout e as Belgian Dark Strong Ales. Hoje, mais três estilos, começando pela Lambique, que é um estilo clássico, um dos estilos mais clássicos de cervejas da Bélgica. Essa cerveja já possui um processo de maturação prolongada. Normalmente a gente tem Lambique de um, dois, três anos de maturação e, quando elas vão para a garrafa, também ganham muita complexidade. Normalmente você tem ali leveduras ainda, que fazem o trabalho de fermentação na garrafa e ganham complexidade, sabor, aromas. Então, Lambique que são mais jovens têm menos complexidade, são cervejas ainda nós de verdes, e aquelas cervejas de dois, três, 4, 5 anos de garrafas ficam mais intensas e mais complexas. As English Old Ales também têm essa mesma característica. São cervejas que, quando envasadas, são cervejas ainda que a gente considera uma cerveja ainda não com o acabamento perfeito, e com o passar do tempo elas vão ganhando complexidade. Por isso que as validades, tanto de uma Lambique como de uma English Old Ale, normalmente são de 4, 5 e até 10 anos. Outro estilo clássico que evolui muito bem na garrafa são as Doppelbox. São cervejas maltadas que têm notas intensas de banana madura, fruta, de uva passa, de ameixa, e ganham muita complexidade com o passar do tempo. As notas alcoólicas vão ficando mais evidentes e o corpo vai ficando até um pouco mais intenso em termos de sabor. E aí, gostou da nossa dica de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência, e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação.

LOUVADA SOUR AMORA
3 Dez 20251:05EP 1340

LOUVADA SOUR AMORA

Cerveja para descontrair com o bier sommelier Elvio Resende. Oferecimento Cervejaria Louvada. Honre até o último gole. Tudo bem? Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Hoje é dia de falar da Louvada Sour Amora, uma cerveja do estilo Catarina Sour. Nós já falamos aqui, em outros programas, sobre esse estilo, que basicamente traz uma cerveja leve, refrescante, com um toque ácido, uma bem característica do estilo, e normalmente você tem adição de algum tipo de fruta. A Sour Amora da Louvada segue essas características: ela é bem leve, bem refrescante, bem carbonatada e com um toque muito delicioso de amora. É uma cerveja que eu indico normalmente para aquelas pessoas que têm alguma dificuldade, seja com cervejas mais maltadas, mais encorpadas, ou cervejas mais lupuladas, mais amargas. Ela é uma ótima opção para uma cerveja de entrada, combina muito bem com entradas, com saladas, com sobremesas. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência. E você já sabe: cerveja para descontrair, com moderação e responsabilidade

COUGH BEER
2 Dez 20251:59EP 1339

COUGH BEER

Cerveja para descontrair com o beer sommelier Elvio Rezende. Oferecimento cervejaria LOUVADA, honre até o último gole. Tudo bem? Está começando mais uma Cerveja para Descontrair. Nessa semana nós estamos falando de estilos de cerveja que vão adjuntos, ingredientes um pouco mais exóticos para os padrões de cervejas tradicional. E hoje é dia de falar das cough beer, cerveja tem adição de café cru ou café torrado. E é interessante porque o café, ele pode substituir algum tipo de ingrediente na construção de sabor. A lopulagem um pouco mais baixa, ela permite o café contribua para o perfil sensorial, se se tornar excessivamente amargo. E é bem interessante porque as cervejas que têm essa nota de café, elas tornam-se cervejas mais agradáveis, cervejas até com drinkability um pouquinho maior. Lembrando aqui, cervejas que podem ser utilizadas café: a gente tem aí uma boa leva de cervejas do estilo Imperial Stout, Imperial Porter, que já tem ali uma era de ligação muito forte, a tosa do, do café, entram em conexão e criam um perfil sensorial muito interessante. Mas alguns estilos que normalmente não seria tão recomendado, estão ganhando rótulos com muito sabor, com uma pegada bem diferente, que é o caso das American IPAs, que eu tenho visto muitos rótulos com café, blonde ales, que também não seria tão tradicional, e até cervejas inglesas, English pale ales, com adições de café, e tem saído um resultado muito legal. As cervejas normalmente tem graduação alcoólica que variam de 3,5% até 12%, então vai depender um pouco da base de cerveja que você utilizar; as Imperial Stouts podem chegar a esses 12%. E normalmente não tem um padrão de cor, então você tem cervejas claras, cervejas escuras; o que predomina nesse estilo é a nota intensa de café no paladar e no sabor. Gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja para descontrair, com moderação e responsabilidade.

12 MONASTÉRIOS DA CERVEJA TRAPISTA
1 Dez 20251:32EP 1338

12 MONASTÉRIOS DA CERVEJA TRAPISTA

Cerveja para descontrair com o bier sommelier Elvio Resende. Oferecimento Cervejaria Louvada: honre até o último gole. Tudo bem? Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nós estamos produzindo aqui uma série de programas sobre as cervejas trapistas, as cervejas produzidas em monastérios. Na semana passada nós falamos aqui sobre a origem do termo “trapista”, alguns critérios, algumas classificações. Nesta semana nós vamos falar dos monastérios que produzem cervejas. Existem muitos, mas apenas 12 monastérios produzem cervejas trapistas. São eles: Seis belgas: a badia de Orval, de Arrel, Vestimai, Chimé, Roquefort, Vestlidri; dois holandeses: a badia de Latrape e a badia de Zanderd; um austríaco: a Engels Zell; o italiano Tri Fontaine; um americano: Santo Joseph; e um francês: a Mondesquets. A badia francesa de Mondesquets é o único monastério trapista que produz cerveja, mas não pode usar o selo, aquele selo que a gente tinha falado nos programas passados, pois a sua cerveja é produzida em parceria com o mosteiro de Chimé. E uma das regras para usar o selo é que o produto deve ser produzido dentro do monastério e comercializado assim por ele. Assim, essa cerveja só pode estampar no rótulo que se trata de uma cerveja trapista, mas não pode carregar o selo de autenticidade de produtos. Nos próximos programas vamos falar um pouco sobre as cervejarias e as suas produções. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.

TRÊS PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA A COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS TRAPISTAS
28 Nov 20251:06EP 1337

TRÊS PRINCÍPIOS BÁSICOS PARA A COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS TRAPISTAS

Cerveja para descontrair, com o bier sommelier Elvio Resende; oferecimento Cervejaria Louvada. Honre até o último gole. Tudo bem? Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana, nós estamos apresentando um pouco da história das cervejas trapistas, as cervejas que são produzidas em monastérios. Hoje, vamos apresentar três princípios básicos para que um monastério trapista comercialize os seus produtos. O primeiro é que a produção deve acontecer dentro de um mosteiro ou nas mediações dele, sobre a supervisão dos monges. Isso possibilita um rigoroso controle de qualidade dos produtos. A comunidade monástica determina as políticas e fornece também os meios de produção, possibilitando que o monastério possa investir na estrutura e na automatização dessas produções. Terceiro ponto: é que o lucro é destinado para suprir as necessidades da comunidade ou para serviços sociais. Na próxima semana nós vamos apresentar os. Por aqui, eu agradeço a sua audiência, e você já sabe que cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.

CERVEJAS TRAPISTAS
27 Nov 20251:28EP 1336

CERVEJAS TRAPISTAS

Cerveja para descontrair com o bier sommelier Elvio Rezende. Oferecimento Cervejaria Louvada: honre até o último gole. Tudo bem? Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Nessa semana estamos apresentando um pouco da história das cervejas trapistas, as cervejas produzidas em monastério. Hoje vamos falar sobre a denominação trapista. Os mosteiros trapistas tiveram início com a Badia de Notre Dame de La Trap, fundada em 1664, na Normândia, no oeste da França. Importante: não confundir esse mosteiro com o holandês, que produz a cerveja La Trap, famosa entre os apreciadores de cerveja. No mosteiro francês de La Trap foi fundada a rígida Ordem Sister Ciência da Estreita Observância, que posteriormente ficou conhecida como trapista, em função do nome do monastério. Seguindo a regra de São Bento, a vida dos trapistas segue o princípio fundamental de orar e trabalhar. Vivendo em grande austeridade e silêncio, o monge busca afastar-se do mundo e, normalmente, as comunidades. De cidades, na região de Campo. Os trapistas fazem os três votos religiosos típicos de todas as ordens e congregações religiosas católicas: pobreza, castidade e obediência, incluindo mais um, o voto de estabilidade, segundo o qual o monge promete viver no monastério até a morte. Amanhã vamos falar sobre o surgimento do termo trapista para as cervejas. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.

VARIEDADES DE CERVEJAS
26 Nov 20252:21EP 1335

VARIEDADES DE CERVEJAS

Cerveja para descontrair, com o bier sommelier Elvio Resende. Oferecimento Cervejaria Louvada. Honre até o último gole. Tudo bem? Está começando mais um Cerveja para Descontrair. Começamos com uma série de programas falando sobre os estilos de cerveja. Nós estamos usando como guia de referência o BJCP, que é um grande guia de estilos do mundo, de catálogo de cervejas do mundo. A gente falou ontem aqui do estilo Coach, e não tem como falar do estilo Coach sem falar do estilo Altbier, até porque essa é a grande rivalidade do mundo cervejeiro: Coach, da cidade Colônia; Altbier, da cidade Dusseldorf. Um Altbier, diferente de uma Coach, tem uma coloração alaranjada, cobreada. Ela é mais intensa, ela tem uma amargura mais interessante. Então, se a gente fizer isso dentro de uma escala de BU, que a gente sempre fala, se a gente pensar nas cervejas comerciais que têm ali 8, 10 IBU, a Altbier, por exemplo, parte de 5 e pode chegar até 50 BBUs. Quer dizer, ela tem, às vezes, uma lupulagem de uma American P.A. Tem um corpo de malt muito interessante, uma graduação alcoólica que pode partir de 4.3 e chegar até 5.5. Não é uma cerveja tão alcoólica, mas é uma cerveja marcante, uma cerveja que tem um sabor intenso e rivaliza com as cervejas delicadas da Colônia, com as Couces. Para harmonizar com o Altbier, a gente sempre fala que uma harmonização clássica também é com as carnes grelhadas, com hambúrguer. Cai muito bem, até porque tem a sua semelhança em termos de sabores, como uma cerveja, por exemplo, do estilo Viena. Uma referência aqui no Brasil: a gente também vai citar a Bamberg Altbier, que já ganhou premiação inclusive lá na Alemanha. A Pdadiwa recentemente fez um Altbier muito boa. Irmãos Ferrari também tem um Altbier muito legal, são referências aí para o estilo. Também é um estilo difícil de se encontrar. Normalmente, se você encontrar na prateleira Multbeer, pode comprar, porque normalmente você vai buscar uma cerveja de uma referência muito interessante, e é uma experiência poder degustar uma cerveja com essas características. Hoje nós vamos ficando por aqui. Eu agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja para descontrair, com moderação e responsabilidade.

BELGIAN SAISONS
25 Nov 20251:51EP 1334

BELGIAN SAISONS

Cerveja para descontrair, com o bier sommelier Elvio Rezende. Oferecimento Cervejaria Louvada. Honre até o último gole. Está começando mais um Cerveja para Descontrair, e hoje nós vamos falar de um estilo clássico: são as Belgian Saisons. As Saisons são cervejas denominadas de farming house ales porque elas eram produzidas nas fazendas dos colonos belgas. Por ser feita com a sepsia dos equipamentos, então era muito comum a contaminação desses equipamentos com algumas bactérias lárticas, alguns tipos de fungo, que traziam notas típicas de fazenda para a cerveja. Então era muito comum a nota de estábulo, a nota de couro, a nota caprílica, a nota cítrica, que eram comuns dentro da fazenda. As cervejas ficavam extremamente complexas e não tem como você definir um padrão específico para Saisons, porque depende muito do tipo de cerveja que contaminava, ou mesmo do tipo de intenção que o produtor tinha: trazer uma nota um pouco mais frutada, uma nota mais maltada. Por isso que você tem várias vertentes em comum. Você tem algumas características, que é uma nota sempre muito seca, uma graduação alcoólica praticamente de 6 a 8,5%, e muitas notas de fermentação, notas frutadas, notas trazendo fenólicos e estres. Na verdade, o Saison sempre é uma grande complexidade, é sempre uma grande surpresa ao abrir uma garrafa, porque depende muito da proposta de quem está produzindo. O que nós sabemos é que é uma cerveja fantástica e indispensável para quem quer conhecer a Escola Belga. E aí, gostou do nosso programa de hoje? Nós vamos ficando por aqui. Agradeço a sua audiência e você já sabe: cerveja é para descontrair com moderação e responsabilidade.

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