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PODCAST · 3281 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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UM ADVERSÁRIO À ALTURA
28 Set 20153:00EP 329

UM ADVERSÁRIO À ALTURA

<strong>&nbsp;UM ADVERS&Aacute;RIO &Agrave; ALTURA</strong><br /> <br /> <br /> Quando enfrentamos um poderoso inimigo, seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa, nossa primeira rea&ccedil;&atilde;o &eacute; pensar nele o tempo inteiro; insult&aacute;-lo, em voz alta ou em pensamento, pois a raiva e a indigna&ccedil;&atilde;o acabam, nessas horas, falando mais alto que o bom senso e a raz&atilde;o.<br /> <br /> Mal percebemos que cada palavra de ressentimento, cada pensamento sombrio que invade nossa mente nada mais s&atilde;o do que energia que roubamos de nossa j&aacute; escassa resist&ecirc;ncia e entregamos a nosso advers&aacute;rio. E por n&atilde;o termos essa consci&ecirc;ncia, &eacute; que, muitas vezes, n&atilde;o entendemos por que nos sentimos cada vez mais vulner&aacute;veis, enquanto nosso inimigo parece mais poderoso a cada minuto.<br /> <br /> &Eacute; que, sem nos darmos conta, n&oacute;s o estamos ajudando a se fortalecer, dando-lhe de gra&ccedil;a o que precisar&iacute;amos estocar para combat&ecirc;-lo; alimentando-o ao inv&eacute;s de fragiliz&aacute;-lo. <br /> <br /> Seja o que for o inimigo que te oprime &mdash; uma pessoa, uma lembran&ccedil;a, uma situa&ccedil;&atilde;o &mdash; n&atilde;o prossigas, estupidamente, injetando-lhe vitaminas e dando-lhe de comer.<br /> <br /> O alimento, guarda-o para ti.<br /> <br /> Cada vez que seguras um insulto, que desvias a aten&ccedil;&atilde;o do ressentimento in&uacute;til, conservas a energia que te permitir&aacute; dar a volta por cima.<br /> <br /> Se teu inimigo te maltrata e te oprime &mdash; seja ele uma circunst&acirc;ncia ou uma pessoa &mdash; n&atilde;o lhe concedas o gostinho de uma l&aacute;grima nem admitas tua dor. Pois teu inimigo n&atilde;o cair&aacute; se te queixares: para cair, ele precisa de sua for&ccedil;a pautada no amor, na f&eacute; e na resigna&ccedil;&atilde;o. <br /> <br /> E, com plena consci&ecirc;ncia de teu verdadeiro poder, acorda, liberto do medo, respirando o ar puro desta nova, linda, bem-vinda e maravilhosa manh&atilde;!<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> Em 22.08.2013.</em></div>

OBJETIVOS DA VIDA
26 Set 20154:33EP 328

OBJETIVOS DA VIDA

<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />

NOVA VISÃO
23 Set 20153:48EP 327

NOVA VISÃO

<strong>&nbsp;Nova vis&atilde;o</strong><br /> <br /> Era uma manh&atilde; de um dia de semana, desses de c&eacute;u aberto e muito sol. Um trabalhador dirigiu-se para seu local de trabalho.<br /> Passando em frente a um templo religioso, decidiu entrar. Era uma sala muito ampla e ele sentou num dos &uacute;ltimos lugares, bem ao fundo.<br /> Ali se p&ocirc;s a fazer sua ora&ccedil;&atilde;o cheia de vida.<br /> Ouviu, ent&atilde;o, em meio ao sil&ecirc;ncio, uma voz de algu&eacute;m, cuja presen&ccedil;a n&atilde;o tinha percebido: Escute, venha aqui. Venha ver a rosa.<br /> Ele olhou para os lados, para a frente e viu uma pessoa sentada num dos primeiros lugares. Levantou-se e a voz falou outra vez:<br /> Venha ver a rosa.<br /> Embora sem entender, ele se dirigiu at&eacute; a frente e percebeu que sobre a mesa havia realmente um vaso, no qual estava uma linda rosa.<br /> Parou e come&ccedil;ou a observar o homem maltrapilho que, vendo-o hesitante, insistiu: Venha ver a rosa.<br /> Sim, estou vendo a rosa, respondeu. Por sinal, muito bonita.<br /> Mas o homem n&atilde;o se conformou e tornou a dizer:<br /> N&atilde;o, sente-se aqui ao meu lado e veja a rosa.<br /> Diante da insist&ecirc;ncia, o trabalhador ficou um tanto perturbado. Quem seria aquele homem maltrapilho? O que desejaria com aquele convite?<br /> Seria sensato sentar-se ali, ao lado dele? Finalmente, venceu as pr&oacute;prias resist&ecirc;ncias, e se sentou ao lado do homem.<br /> Veja agora a rosa, falou feliz o maltrapilho.<br /> De fato, era um espet&aacute;culo todo diferente. Exatamente daquele lugar onde se sentara, daquele &acirc;ngulo, podia ver a rosa colocada sobre um vaso de cristal, num colorido de arco-&iacute;ris.<br /> Dali podia-se perceber um raio de sol que vinha de uma das janelas e se refletia naquele vaso de cristal, decompondo a luz e projetando um colorido especial sobre a rosa, dando-lhe efeitos visuais de um arco-&iacute;ris.<br /> E o trabalhador, extasiado, exclamou: &Eacute; a primeira vez que vejo uma rosa em cores de arco-&iacute;ris. Mas, se eu n&atilde;o tivesse me sentado onde estou, se n&atilde;o tivesse tido a coragem de me deslocar de onde estava, de romper preconceitos, jamais teria conseguido ver a rosa, num espet&aacute;culo t&atilde;o maravilhoso.<br /> * * *<br /> &Eacute; preciso saber olhar o outro de um prisma diferente do nosso.<br /> O amor assume coloridos diversos, se tivermos coragem de nos deslocarmos de nosso comodismo, de romper com os rotulos, para ver o diferente e o novo.<br /> H&aacute; uma rosa escondida em toda pessoa, que n&atilde;o estamos sendo capazes de enxergar.<br /> H&aacute; necessidade de sairmos de n&oacute;s mesmos, de nos dispormos a sentar em um lugar inc&ocirc;modo, de deixar de lado as preven&ccedil;&otilde;es, para poder ver as rosas do outro, de um &acirc;ngulo diverso.<br /> Realizemos essa experi&ecirc;ncia, hoje, em nossas vidas. Procuremos aceitar que podemos ver um colorido especial onde, para n&oacute;s, nada havia antes, ou talvez, de acordo com nosso modo de pensar, jamais poderiam ser vistas outras cores.<br /> Pense nisso e rompa com os preconceitos e r&oacute;tulos.<br />

LIBERDADE E RESPONSABILIDADE
21 Set 20153:04EP 326

LIBERDADE E RESPONSABILIDADE

<strong>&nbsp;LIBERDADE E RESPONSABILIDADE</strong><br /> <br /> Nos dias atuais, a ci&ecirc;ncia progride vertiginosamente no planeta.<br /> No entanto, &agrave; medida que se suprimem os sofrimentos do corpo, multiplicam-se as afli&ccedil;&otilde;es da alma.<br /> Nessa sociedade altamente tecnol&oacute;gica que vivemos, todas as facilidades se fazem cada vez mais presentes em nosso cotidiano.<br /> Contudo, a estat&iacute;stica dos crimes humanos segue espantosa.<br /> S&atilde;o frequentes as not&iacute;cias sobre trag&eacute;dias conjugais, trai&ccedil;&otilde;es e abandonos.<br /> Parece haver muita sede de liberdade sem responsabilidade.<br /> As criaturas se permitem tristes inquieta&ccedil;&otilde;es sexuais, sem atinar quanto a poss&iacute;veis limites.<br /> No entanto, muitas n&atilde;o se tornam mais pac&iacute;ficas e felizes.<br /> Ao contr&aacute;rio, torna-se pessoas carentes, ansiosas e depressivas.<br /> Nessa onda de loucuras, surgem novas e intrigantes enfermidades, f&iacute;sicas e ps&iacute;quicas.<br /> A rigor, o homem moderno n&atilde;o se mostra preparado para viver com conforto.<br /> Ele a cada dia mais domina novas tecnologia,empreende novos conhecimentos, mas n&atilde;o conhece a si mesmo.<br /> Quando s&atilde;o atendidas as necessidades do corpo, surgem imperiosas as car&ecirc;ncias da alma.<br /> A democratiza&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es tamb&eacute;m viabilizar&aacute; o questionamento de antigas cren&ccedil;as e valores.<br /> O problema reside em identificar o que conv&eacute;m, ante tal quadro, a um tempo perigoso e promissor.<br /> Ressurge oportuna a reflex&atilde;o, no sentido de que tudo nos &eacute; poss&iacute;vel, mas nem tudo nos conv&eacute;m fazer.<br /> Com horas de acesso &agrave; Internet, surge um mundo de possibilidades.<br /> O homem pode se permitir as maiores baixezas nesse ambiente virtual.<br /> Pode se viciar em pornografia, participar de conversas de baixo cal&atilde;o e incentivar o &oacute;dio.<br /> Entretanto, na conformidade do que decidir viver, ter&aacute; consequ&ecirc;ncias inevit&aacute;veis.<br /> Caso se conecte com as faixas infelizes da vida, a cada dia mais infeliz ser&aacute;.<br /> Assim, no pleno uso da liberdade pessoal, &eacute; o momento de decidir o que se viver&aacute;.<br /> Tudo &eacute; poss&iacute;vel, mas conv&eacute;m fazer escolhas felizes e construtivas.<br /> Instruir-se, voltar os olhos para o que de belo e puro h&aacute; no mundo.<br /> Cuidar para que as horas de folga sejam momentos de paz e aprimoramento.<br /> Pense nisso, mas pense agora.<br />

ANTES DE CONDENAR
17 Set 20154:46EP 325

ANTES DE CONDENAR

<strong>&nbsp;Antes de condenar...</strong><br /> <br /> Conta o escritor Stephen Covey, em um de seus livros, um fato ocorrido com ele, numa manh&atilde; de domingo, no metr&ocirc; de Nova York.<br /> <br /> As pessoas estavam calmamente lendo jornais, divagando, descansando com os olhos semicerrados. Era uma cena calma e tranq&uuml;ila.<br /> <br /> Subitamente, um homem entrou no vag&atilde;o do metr&ocirc; com os filhos. As crian&ccedil;as faziam algazarra e se comportavam mal. O clima mudou instantaneamente.<br /> <br /> O homem sentou-se ao lado de Stephen e fechou os olhos, aparentemente ignorando a situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> As crian&ccedil;as corriam de um lado para o outro, atiravam objetos e chegavam a puxar os jornais dos passageiros, incomodando a todos.<br /> <br /> Mesmo assim o pai n&atilde;o fazia nada.<br /> <br /> Para Stephen era quase imposs&iacute;vel evitar a irrita&ccedil;&atilde;o. Ele n&atilde;o conseguia acreditar que ele pudesse ser t&atilde;o insens&iacute;vel a ponto de deixar que seus filhos incomodassem os outros daquele jeito, sem tomar uma atitude.<br /> <br /> Dava para perceber facilmente que as demais pessoas tamb&eacute;m estavam irritadas.<br /> <br /> A certa altura, enquanto ainda conseguia manter a calma e o controle, Stephen virou-se para o homem e disse: Senhor, seus filhos est&atilde;o perturbando muitas pessoas. Ser&aacute; que n&atilde;o poderia dar um jeito neles?<br /> <br /> O homem olhou para Stephen, como se estivesse tomando consci&ecirc;ncia da situa&ccedil;&atilde;o naquele exato momento, e disse calmamente: Sim, creio que o senhor tem raz&atilde;o. Acho que deveria fazer algo. Acabamos de sair do hospital, onde a m&atilde;e deles morreu h&aacute; uma hora... Eu n&atilde;o sei o que pensar, e parece que eles tamb&eacute;m n&atilde;o sabem como lidar com isso.<br /> <br /> N&oacute;s podemos imaginar como Stephen se sentiu naquele momento...<br /> <br /> Diante da resposta inesperada, ele passou a ver a situa&ccedil;&atilde;o de um modo diferente. E como via diferente, pensava, sentia e agia de um jeito diferente.<br /> * * *<br /> Quantas vezes n&oacute;s vemos, sentimos e agimos de maneira oposta &agrave; que dever&iacute;amos, por n&atilde;o perceber a realidade que est&aacute; por tr&aacute;s da cena.<br /> <br /> No mundo conturbado em que vivemos, pensando quase exclusivamente em n&oacute;s pr&oacute;prios, muitas dores e gemidos ocultos passam despercebidos, e perdemos a oportunidade de ajudar, de estender a m&atilde;o.<br /> <br /> Por isso, &eacute; importante que cultivemos em n&oacute;s a sensibilidade para perceber a dor oculta e amenizar a aridez da vida ao nosso redor.<br /> <br /> Geralmente o que fazemos &eacute; condenar, sem a m&iacute;nima an&aacute;lise da realidade de quem est&aacute; passando por &aacute;rduas dificuldades.<br /> <br /> No entanto, &eacute; t&atilde;o bom quando algu&eacute;m percebe nossas dores e sofrimentos que n&atilde;o ousamos expressar...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o agrad&aacute;vel quando algu&eacute;m nota que estamos atravessando momentos dif&iacute;ceis e nos oferece apoio...<br /> <br /> &Eacute; t&atilde;o confortador encontrar algu&eacute;m que leia em nossos olhos a tristeza que levamos na alma dilacerada, e nos acene com palavras de otimismo e esperan&ccedil;a...<br /> <br /> As pessoas t&ecirc;m maneiras diferentes de enfrentar o sofrimento. Umas se desesperam, outras ficam ap&aacute;ticas, muitas se tornam agressivas, algumas fogem...<br /> <br /> Por tudo isso, n&atilde;o devemos julgar a situa&ccedil;&atilde;o pelas apar&ecirc;ncias, porque podemos nos enganar.<br /> <br /> No caso do metr&ocirc;, ap&oacute;s saber o que realmente estava acontecendo com aquele pai e seus filhos, o cora&ccedil;&atilde;o de Stephen tomou-se de compaix&atilde;o.<br /> <br /> Sinto muito. Gostaria de falar sobre isso? Posso ajudar? - Essa foi a atitude daquele que estava prestes a ter um ataque de nervos.<br /> <br /> Seus sentimentos mudaram. E mudaram porque ele soube da verdade que se escondia por tr&aacute;s da aparente indiferen&ccedil;a de um pai que n&atilde;o sabia como lidar com o pr&oacute;prio sofrimento...<br /> <br /> Pensemos nisso, antes de julgarmos algu&eacute;m ou uma situa&ccedil;&atilde;o.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no item<br /> De dentro para fora, do livro Os 7 h&aacute;bitos das<br /> pessoas altamente eficazes, de Stephen Covey,<br /> ed. Best Seller e Franklin Covey.<br /> Em 10.06.2012.</em></div>

NOSSO CORPO
15 Set 20152:42EP 323

NOSSO CORPO

<strong>&nbsp;NOSSO CORPO</strong><br /> <br /> <br /> Deepak Chopra &eacute; m&eacute;dico formado na &Iacute;ndia, com especializa&ccedil;&atilde;o em Endocrinologia nos Estados Unidos, onde est&aacute; radicado desde a d&eacute;cada de setenta.<br /> Fil&oacute;sofo de reputa&ccedil;&atilde;o internacional, j&aacute; escreveu mais de tr&ecirc;s dezenas de livros, sendo um dos mais respeitados pensadores da atualidade.<br /> A respeito do ser humano saud&aacute;vel, ele escreveu: Somos as &uacute;nicas criaturas na face da Terra capazes de mudar nossa biologia pelo que pensamos e sentimos!<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente bisbilhotando nossos pensamentos e sendo modificadas por eles.<br /> Um surto de depress&atilde;o pode arrasar nosso sistema imunol&oacute;gico.<br /> Apaixonar-se, ao contr&aacute;rio, pode fortific&aacute;-lo tremendamente.<br /> A alegria e a realiza&ccedil;&atilde;o nos mant&ecirc;m saud&aacute;veis e prolongam a vida.<br /> A recorda&ccedil;&atilde;o de uma situa&ccedil;&atilde;o estressante, que n&atilde;o passa de um fio de pensamento, libera o mesmo fluxo de horm&ocirc;nios destrutivos que o estresse.<br /> Nossas c&eacute;lulas est&atilde;o constantemente processando as experi&ecirc;ncias e metabolizando-as, de acordo com nossos pontos de vista pessoais.<br /> Quando nos deprimimos por causa da perda de um emprego, projetamos tristeza por toda parte no corpo. A produ&ccedil;&atilde;o de neurotransmissores, por parte do c&eacute;rebro, se reduz. Baixa o n&iacute;vel de horm&ocirc;nios. O ciclo de sono &eacute; interrompido.<br /> As plaquetas sangu&iacute;neas ficam mais viscosas e mais propensas a formar grumos. Os receptores neuropept&iacute;dicos, na superf&iacute;cie externa das c&eacute;lulas da pele, se tornam distorcidos.<br /> E, at&eacute; nossas l&aacute;grimas passam a conter tra&ccedil;os qu&iacute;micos diferentes das l&aacute;grimas de alegria.<br /> Contudo, nosso perfil bioqu&iacute;mico &eacute; alterado, quando nos encontramos em nova posi&ccedil;&atilde;o.<br /> A ansiedade por causa de um exame acaba passando, assim como a depress&atilde;o por causa de um emprego perdido.<br /> Assim, se desejamos saber como est&aacute; nosso corpo hoje, basta que nos recordemos do que pensamos ontem.<br /> Se desejamos saber como estar&aacute; nosso corpo amanh&atilde;, ser&aacute; suficiente que examinemos nossos pensamentos hoje.<br /> Abrir nosso cora&ccedil;&atilde;o para a alegria, &agrave;s coisas positivas &eacute; medida salutar. Se desejamos gozar de sa&uacute;de f&iacute;sica, principiemos a mudar nossa maneira de pensar.<br /> N&atilde;o foi por outro motivo que o Celeste M&eacute;dico das nossas almas, conhecedor profundo de todas as leis que regem nosso planeta, foi pr&oacute;digo em exorta&ccedil;&otilde;es como:<br /> N&atilde;o vos inquieteis, dizendo: &quot;Que comeremos&quot; ou &quot;Que beberemos&quot;, ou &quot;Que vestiremos&quot;?<br /> Pois estas coisas os gentios buscam. De fato, vosso Pai Celestial sabe que necessitais de todas estas coisas.<br /> Portanto, n&atilde;o vos inquieteis com o amanh&atilde;, pois o amanh&atilde; se inquietar&aacute; consigo mesmo! Basta a cada dia o seu mal. Com isso, recomendava que n&atilde;o nos deix&aacute;ssemos abra&ccedil;ar pela ansiedade.<br /> E mais: Andai como filhos da luz.<br /> Ora, os filhos da luz iluminam, vibram positivamente, porque luz tem a ver com tudo de bom.<br /> Pensemos nisso e cultivemos sa&uacute;de f&iacute;sica. Afinal, necessitamos de um corpo saud&aacute;vel para bem atender os compromissos que nos cabem.<br /> Que se diria de quem n&atilde;o cuidasse de seu instrumento de trabalho?<br />

BEETHOVEN
14 Set 20154:47EP 322

BEETHOVEN

&nbsp;<strong>Ludwing Van Beethoven</strong><br /> <br /> <br /> <br /> A Terra j&aacute; recebeu em seu seio almas generosas, Esp&iacute;ritos superiores, que trazem valiosas contribui&ccedil;&otilde;es para o seu progresso.<br /> Alguns desses Esp&iacute;ritos v&ecirc;m com o objetivo de alavancar o progresso e fazer evoluir a Humanidade.<br /> Suas vidas deixam marcas luminosas, que desafiam os tempos. Ludwig Van Beethovenfoi uma dessas criaturas. Nasceu em Bonn, na Alemanha, no ano de 1770 e morreu em Viena, na &Aacute;ustria, em 1827.<br /> Seu viver foi uma vertente constante da m&uacute;sica que sublima e enleva os sentimentos.<br /> Foi o aut&ecirc;ntico m&eacute;dium da arte refinada de compor. Para ele, a m&uacute;sica era uma revela&ccedil;&atilde;o divina, uma revela&ccedil;&atilde;o mais sublime que toda a ci&ecirc;ncia e toda a filosofia.<br /> Seu viver foi um calv&aacute;rio pontilhado por muitos sofrimentos f&iacute;sicos, destacando-se a surdez que o isolou do mundo. Ele nos deixou nove sinfonias, doze sonatas, concertos, quartetos e uma &uacute;nica &oacute;pera, Fidelio. Tudo de imensa beleza.<br /> Seu psiquismo refinado lhe permitia constante permuta com os Esp&iacute;ritos superiores.<br /> Diante dos muitos padecimentos que o acometiam, afirmava, sereno e confiante: Deus nunca me abandonou.<br /> Perguntado, certa vez, se desejava receber determinado t&iacute;tulo honor&iacute;fico, apontou para o Alto e respondeu: Meu reino n&atilde;o &eacute; deste mundo. Meu imp&eacute;rio est&aacute; no ar.<br /> A seguir, concluiu: N&atilde;o conhe&ccedil;o outro t&iacute;tulo de superioridade, sen&atilde;o o da bondade.<br /> Bondade da qual ele deu mostras, mais de uma vez. Em certa oportunidade, um amigo estava em grandes dificuldades. Beethoven o presenteou com uma das suas cria&ccedil;&otilde;es, para que fosse vendida e o dinheiro usado na solu&ccedil;&atilde;o do problema que o afligia.<br /> Era nos bosques que ele mantinha contato com as nobres entidades ligadas &agrave; m&uacute;sica e &agrave; harmonia. Ali ele fazia suas ora&ccedil;&otilde;es e refazia suas energias.<br /> Quando voltava desses encontros, com a fisionomia alterada, respondia a quem lhe perguntava: O meu anjo bom me visitou.<br /> Em um desses momentos, transformou uma de suas ora&ccedil;&otilde;es, em uma pe&ccedil;a musical de grande eleva&ccedil;&atilde;o e apurada sensibilidade: Hino &agrave; alegria.<br /> &Eacute;, ao mesmo tempo, uma exalta&ccedil;&atilde;o &agrave; f&eacute; em Deus. Seus versos podem ser traduzidos da seguinte maneira:<br /> Escuta irm&atilde;o a can&ccedil;&atilde;o da alegria, o canto alegre do que espera um novo dia.<br /> Vem, canta, sonha cantando. Vive sonhando um novo sol<br /> Em que os homens voltar&atilde;o a ser irm&atilde;os.<br /> Se em teu caminho s&oacute; existe a tristeza, o pranto amargo da solid&atilde;o completa,<br /> Se &eacute; que n&atilde;o encontras alegria nesta Terra,<br /> Busca-a, irm&atilde;o, mais-al&eacute;m das estrelas.<br /> <br /> O lema que norteou os passos de Beethoven, entre n&oacute;s, foi: Fazer o bem que possa. Amar, sobretudo, a liberdade. E, mesmo que seja por um trono, jamais renegar a verdade.<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em texto de Giovani Scognamillo, intitulado Beethoven: Deus, acima de tudo, publicado no jornal Tribuna Esp&iacute;rita de jan/fev. 2005 e versos do Hino &agrave; alegria, gentilmente traduzidos por Enrique Baldovino.<br /> Em 05.10.2012.</em></div>

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