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PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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APRISIONADOS PELO MEDO
10 Dez 20254:27EP 3007

APRISIONADOS PELO MEDO

<p data-end="339" data-start="185" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Aprisionados pelo medo.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="842" data-start="341" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Na sala de aula, a professora perguntou aos seus alunos: do que vocês têm mais medo? Depois de um breve e tenso silêncio, um garoto respondeu um tanto tímido: ah, professora, eu tenho medo do escuro. Outro falou: tenho muito medo do bicho-papão. Medo da morte? Medo de altura? Medo de ser esquecido pelos pais na escola? Vários medos foram confessados e anotados pela sábia professora, que conseguia libertar os pequenos do sofrimento gerado pelo medo, através do uso da razão.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="1236" data-start="844" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Por fim, uma garotinha disse, com ar de assustada: tenho muito medo do mal amém, que é um monstro muito perigoso. E você já viu esse monstro? &mdash; perguntou interessada a professora. Nunca vi, mas é um monstro tão perigoso que minha mãe pede todos os dias a Deus que nos livre dele &mdash; esclareceu a menina. E concluiu: minha mãe sempre pede a Deus no fim da sua oração &ldquo;e livrai-nos do mal, amém&quot;<br /> &nbsp;</p> <p data-end="1471" data-start="1238" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Não é preciso refletir muito para entender a situação daquela criança com relação ao medo do monstro criado pela sua imaginação. O medo era tão tirano que ela nunca ousou confessá-lo à mãe. Um medo terrível de algo que nunca existiu.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="1720" data-start="1473" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas será que somente as crianças têm medo do que desconhecem? Certamente não. A ignorância tem sido, desde todos os tempos, a grande responsável pelo terror imposto pelo medo. O desconhecido gera medos inconfessáveis em pessoas de todas as idades.</p> <p data-end="2081" data-start="1722" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Mas como podemos ter tanto medo do desconhecido? Isso ocorre justamente porque os monstros criados pela imaginação, geralmente, são mais terríveis do que os reais. O medo da morte é um exemplo disso. O medo do inferno também tem feito reféns. O juízo final é outro tirano que atemoriza muita gente. Todos esses temores são frutos da ignorância, não há dúvida.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="2323" data-start="2083" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Existem pessoas que têm medo do futuro, medo da solidão, medo de sentir medo. E por aí vai. Enquanto a razão não lançar suas luzes sobre essas questões, o medo continuará a infelicitar os indivíduos, fazendo-os reféns da própria ignorância.</p> <p data-end="2612" data-start="2325" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Muitos pensadores já afirmaram que só o conhecimento liberta das garras do medo sem sentido. O conhecimento é diferente de crença. A crença é sempre cega, vazia de certezas. Para crer em algo não é preciso conhecer, basta acreditar. Mas a convicção só se adquire através do conhecimento.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="2867" data-start="2614" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assim sendo, vale a pena envidar esforços para libertar-nos dos medos, buscando lançar luz sobre o que a ignorância oculta. Importante libertar nossas crianças, muitas delas reféns de monstros imaginários terríveis, dialogando com elas sobre seus medos.</p> <p data-end="3081" data-start="2869" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">É preciso considerar que o medo é o pior de todos os monstros e precisa ser aniquilado com urgência. É preciso clarear os caminhos escuros da ignorância com a luz do conhecimento para que o medo bata em retirada.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="3292" data-start="3083" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como asseverou o grande filósofo grego Sócrates: há apenas um bem, o conhecimento; e um mal, a ignorância. Sócrates foi o precursor da dialética, da lógica, mas foi vítima da ignorância de seus contemporâneos.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="3460" data-start="3294" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso e busquemos, com vontade firme, conhecer as leis que regem a vida. Só assim seremos verdadeiramente livres de todos os medos que tanto nos infelicitam.</p> <p data-end="3493" data-start="3462" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensem nisso, mas pensem agora.</p>

NO EXERCICIO PROFISSIONAL
9 Dez 20253:57EP 3006

NO EXERCICIO PROFISSIONAL

<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">No exercício profissional.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcella, revoltada por precisar trabalhar desde muito cedo, não conseguia entender o porquê de muitas situações em sua vida. Adolescente, se tornou babá de um pequenino em meio período, depois da escola. Mais tarde, trocou essa função pela de empregada doméstica, tarefa em que se manteve até o matrimônio, quando passou a cuidar da própria casa.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como precisava colaborar com a renda familiar, tendo um filho pequeno, ela se sentiu obrigada a fazer salgadinhos para vender. Depois, conseguiu trabalho como teleoperadora. Um sentimento, no entanto, era sempre o mesmo: nada daquilo era o que desejava fazer.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Optou por continuar os estudos e adentrou à universidade, cursando psicologia, curso no qual, finalmente, sentiu que eram valorizados os seus talentos. Todavia, guardava certa mágoa pelos trabalhos que tivera anteriormente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Em um de seus momentos difíceis, foi conversar com uma professora em quem confiava e expôs seus conflitos. Analisada a situação, a professora propôs que ela passasse em revista detalhada seu passado e pensasse no que aprendera em cada profissão que exercera.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcela relatou que, como babá, aprendera a cuidar de criança e observar o seu desenvolvimento. Como empregada doméstica, aprendera a cozinhar, limpar, lavar, passar a ferro. Fazendo salgadinhos, aprendera a administrar o dinheiro e a lidar com pessoas diferentes. Como teleoperadora, conhecer a muita gente, melhorar a sua conversação e, principalmente, aprender a escutar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A professora, que a ouvira com interesse, lhe perguntou então: &ldquo;Você não percebeu que todas essas profissões estavam lhe preparando para o sucesso na área da psicologia? Ser babá lhe adiantou, na prática, um ponto básico, considerando que o curso que frequenta estuda esse período da vida humana. Enquanto empregada doméstica, você se preparou para cuidar de sua própria casa e também a respeitar os desejos e vontades dos outros. Como vendedora de salgadinhos, aprendeu a lidar com pessoas diferentes e com o dinheiro, uma tarefa que nos acompanha a vida toda. Como teleoperadora, aprendeu a escutar, que é o ponto primordial no exercício da psicologia.&rdquo;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Marcela não teve opção senão concordar e concluir: é verdade. O exercício de tarefas nos é sempre importante. Trabalho útil é sempre trabalho abençoado, que nos prepara para a vida. Todo trabalho que produz o bem e o belo tem o seu valor. Tanto o trabalho braçal como o trabalho mental são talentos que Deus nos concede para colaborarmos com o próximo e em prol do nosso melhoramento.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Não existe profissão mais ou menos digna. Somos nós que valorizamos aquela em que nos encontramos, com nossa forma de executá-la. Pensemos: o que seria da salubridade do mundo sem os lixeiros? O que seria do centro cirúrgico sem quem se encarregasse da sua assepsia e dos instrumentos? Não importa a profissão, mas sim a dedicação com a qual a exercemos.</span>

A PROCURA DA FELICIDADE
8 Dez 20253:49EP 3005

A PROCURA DA FELICIDADE

<p data-end="165" data-start="141" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">A Procura da Felicidade.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="461" data-start="167" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quem de nós não deseja ser feliz? Salvo os casos patológicos, as pessoas estão sempre em busca da felicidade, ainda que não se dê em conta disso. Mas, afinal, o que é a felicidade? A felicidade varia de pessoa para pessoa, e, em cada momento da nossa vida, ela pode assumir aspectos diferentes.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="980" data-start="463" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando estamos enfermos, a recuperação da saúde seria nossa felicidade, e envidamos todos os esforços para conquistá-la. Se estamos desempregados, um emprego se constituiria em felicidade por algum tempo. Se somos solteiros e desejamos unir-nos a alguém, nossa felicidade seria encontrar a pessoa certa. No entanto, os que padecem fome e frio encontrariam a felicidade num agasalho e na alimentação que refaz. Já para o torcedor, a explosão de felicidade se dá quando a bola atinge o fundo da rede do time adversário.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="1096" data-start="982" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Enfim, a felicidade tem tantas faces quanto os anseios de cada criatura, variando de acordo com as circunstâncias.</p> <p data-end="1430" data-start="1098" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Certa vez, lemos uma história que nos levou a refletir em que consiste a verdadeira felicidade. Foi narrada por uma moça que se sentia momentaneamente infeliz e, andando pela rua, viu um homem puxando uma carroça. Ao observar a cena, pensou: pobre homem, fazendo o trabalho de um animal irracional.<br /> Isso é que deve ser infelicidade.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="1904" data-start="1432" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensando em ouvir de seus lábios lamentações e queixas, aproximou-se e lhe perguntou: &ldquo;O senhor é muito infeliz, não é? Afinal, fazendo um trabalho desses?&rdquo; Confessa ela que o homem fizera mudar a paisagem íntima ao responder, entusiasmado: &ldquo;Não, senhora, sou uma pessoa muito feliz. Tenho saúde que nem mesmo preciso de um animal para puxar minha carroça. Tenho força, consigo meu sustento passeando pela cidade e ainda ganho saudações de pessoas bonitas como a senhora.&rdquo;<br /> &nbsp;</p> <p data-end="2282" data-start="1906" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Como podemos perceber, a felicidade consiste em cada um contentar-se com o que tem e fazer da sua felicidade a alegria dos outros. A verdadeira felicidade é aquela sem mescla, a felicidade plena. Todavia, podemos viver com alegria, valorizando as coisas que temos e as conquistas morais que já logramos, sem enfericitar-nos com o que não possuímos e não está ao nosso alcance.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="2766" data-start="2284" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Muitos de nós buscamos a felicidade distante de onde ela se encontra. A cada momento, o universo nos oferece mil motivos para nos alegrar: a oportunidade de viver, de ter uma família, amigos, trabalho, a natureza, o sol, a chuva, a noite para o repouso, as chances de aprendizado em cada minuto que passa por nós. Até mesmo os obstáculos do caminho são motivos de alegria, por nos ensinarem a superá-los, preparando-nos para a conquista da felicidade perene que a todos nos aguarda.</p> <p data-end="2797" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2768" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p>

PORQUE OS CAES VIVEM MENOS
6 Dez 20253:38EP 3004

PORQUE OS CAES VIVEM MENOS

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

OTIMISMO OU DESANIMO
5 Dez 20253:12EP 3003

OTIMISMO OU DESANIMO

<p data-end="418" data-start="122" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Otimismo ou desânimo?<br /> Sabe aquele dia em que parece que tudo dá errado? Que você já acordou com o pé esquerdo? Como se o pé direito fosse a garantia de um dia bom. Aquele dia em que o despertador não funciona e você já começa o dia todo atrasado, com muita pressa. Não dá nem tempo de tomar café.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="880" data-start="420" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você perde o ônibus ou o carro quebra e precisa ir para o mecânico, gerando custo não previsto, e se atrasa para os compromissos marcados. Aquela reunião importante. Se acorda no horário e tudo dá certo no percurso, quando chega no local lembra que esqueceu aquele documento que precisava levar.<br /> No trabalho, parece que é o dia de feedbacks negativos. Ou é aquele dia que amanhece com uma gripe, que acaba comprometendo todo seu desempenho devido ao mal-estar?</p> <p data-end="1170" data-start="882" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">São situações, às vezes comuns como essas, que parecem estragar o nosso dia.<br /> São nesses dias, em que tudo parece dar errado, que devemos nos lembrar que os dias difíceis são apenas um pedaço do nosso dia, e não ele completo. Acreditar que, mesmo nas situações cotidianas, elas vão passar.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="1479" data-start="1172" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Precisamos manter o otimismo, mas não para fingir que a diversidade não ocorreu no nosso caminho, mas para que ela não atrapalhe o resto da nossa jornada. Não podemos deixar que momentos ruins estraguem todo o nosso dia, que dias ruins estraguem nossa semana e que períodos difíceis estraguem nossa jornada.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="1939" data-start="1481" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando essas situações chegarem e baterem cuidadosamente na porta, ou até chegarem arrombando-a com os dois pés, precisamos respirar fundo, tentar manter a calma para que o nosso racional não vai cair. Embora, para podermos seguir em frente e ainda para permitirmos a nós mesmos desfrutarmos de um dia bom, mesmo com esse infortúnio que aconteceu. Porque tudo pode mudar, da mesma forma que, de repente, veio o problema, de repente vem a solução e tudo muda.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="2233" data-start="1941" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Assim como o tempo fecha e do nada parece vir a chuva; logo depois, as nuvens escuras se vão e volta ao som, às vezes ainda acompanhado de um arco-íris. O cronista Armando Nogueira disse uma vez que é melhor ser otimista do que ser pessimista: até que tudo dê errado, o otimista sofreu menos.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="2431" data-start="2235" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Que seja o momento de pensarmos nisso, de sermos mais otimistas e enxergarmos beleza em&hellip; Talvez precisemos mudar a forma de enxergarmos as coisas com mais otimismo, para podermos ser mais felizes.</p> <p data-end="2468" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="2433" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pensemos nisso, mas pensemos agora.</p>

SUPERE-SE
4 Dez 20253:38EP 3002

SUPERE-SE

<p data-end="1332" data-start="223" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">transformou em pantera. Então ele começou a temer os caçadores; a essa altura o mágico desistiu, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se tornou um gato, e o caçador se torn.</p> <p data-end="1821" data-start="1334" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Costumamos permitir que o medo, as preocupações e as inseguranças dominem e definam as nossas vidas. Permitimos que nos roubem os sonhos, a esperança e as nossas ilusões mais apreciadas. Há momentos em nossas vidas que nos sentimos inseguros demais, incapazes de reagir aos problemas e muito fracos para superarmos os obstáculos. Todavia, é preciso ter coragem para enfrentarmos os nossos temores. E na vida, muitas vezes, é necessário corremos alguns riscos para que consigamos evoluir.</p> <p data-end="2096" data-start="1823" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Precisamos correr o risco de sair machucados, de enfrentar a rejeição ou mesmo de falhar. Quando decidimos evoluir, muitas dificuldades e o medo da mudança vêm. Dizer adeus e sair do seguro é assustador, mas avançar contra todos os medos é imenso. A evoluir e a amadurecer.</p> <p data-end="2446" data-start="2098" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Nesse tempo tão imediatista que vivemos, o temor tem sido um dos grandes potencializadores das crises emocionais. A todo momento somos cercados por críticas, cobranças, competitividade, que nos colocam numa posição exaustiva de comparações e aguça as nossas inseguranças, tornando-nos propensos a absorver sensações e dúvidas que não nos pertencem.</p> <p data-end="2750" data-start="2448" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Somente nós podemos enfrentar e eliminar das nossas vidas esses temores que nos atrasam. Eles não vão simplesmente desaparecer de uma hora para outra. É você que vai ficar mais forte, com mais autoconfiança, mais segurança e com os demais recursos necessários para progredir em suas tarefas e projetos.</p> <p data-end="3052" data-start="2752" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Sabe, a evolução requer tempo e maturidade. Então não fique ansioso, ansiosa, achando que é um processo rápido e fácil. O importante é não deixar que sua vida se esconda atrás das suas inseguranças. Não se permita entregar ao medo. Supere-se todos os dias. Só assim fará as suas conquistas ter valor.</p> <p data-end="3083" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3054" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso, mas pense agora.</p>

A SUTIL ARTE
3 Dez 20254:22EP 3001

A SUTIL ARTE

<span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A Sutil Arte.&nbsp;</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Você já recebeu um convite para reexaminar as suas prioridades e abraçar as imperfeições e problemas da vida? Parece estranho, não é mesmo? Afinal, as coisas têm que dar certo pra gente. Tudo deve ocorrer bem e sair como planejado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A resposta é não. Nem tudo na nossa vida vai sair como planejado. E sabe o que devemos fazer, muitas vezes? Aceitá-las. O autor do best-seller norte-americano Mark Manson fala sobre isso em seu livro The Subtle Art of Nothing Giving, a sutil arte de não dar a mínima. Ele aborda que não devemos buscar desenfreadamente por sucesso e perfeição, mas, sim, focar em tudo naquilo que verdadeiramente nos traz sentido e significado.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">A vida é repleta de desafios e adversidades. Muitas vezes tentamos negá-los para podermos seguir. Só que, para podermos seguir de fato, é necessário aceitar as adversidades, aceitar que não deu certo e talvez nem dê. É preciso enfrentá-los com coragem e responsabilidade para, depois disso, sim, poder seguir em frente.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Hoje ouvimos muito se falar de sucesso, alta performance, ganhar, ganhar, ganhar. Não que isso seja um problema. Na verdade, seria uma maravilha se a vida fosse somente isso. E ela, de fato, não é assim. Só nos aceitando e aceitando a vida como de fato ela é, descobriremos que a verdadeira felicidade está em aprender a lidar com os altos e baixos da vida.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Uma montanha-russa. Às vezes ela está no alto, embaixo e até de cabeça para baixo. E sabe o que você faz enquanto está na montanha-russa? Aceita o trajeto. Na vida é assim. Devemos entender que dessa vez não deu certo, que estamos embaixo. Mas, assim como a montanha-russa, ela uma hora volta a subir e, em outra situação, as coisas podem fluir.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Ainda no livro de Mark é explicado que se faz necessário não nos levarmos tão a sério, que precisamos rir de nossas próprias imperfeições e encontrar significado na simplicidade da vida. Aceitar que nem tudo está sob nosso controle nos permite liberar a ansiedade e nos concentrar no que podemos mudar.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como já mencionado, a sociedade moderna muitas vezes nos pressiona a buscar sucesso, felicidade e perfeição. Na verdade, encontrar sentido na vida é mais sobre aceitar nossas limitações, enfrentar nossos problemas e aprender a lidar com as adversidades.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Muitas vezes alimentamos o narcisismo puro, que as coisas precisam dar certo para a gente, que o caminho da felicidade é cheio de acertos e conquistas, ao invés de obstáculos e abatimento. Ou até adotamos a positividade excessiva em acreditar que tudo tem que dar certo. Às vezes não vai dar certo. E o mais saudável é aceitar isso. Só entendendo isso conseguiremos, de fato, prosseguir em meio ao caos que pode aparecer na nossa jornada.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Estamos todos na montanha-russa da vida, cheios de altos e baixos. Não se compare, se cobre ou ache que tudo deve ser perfeito. A vida não é assim.</span><br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <br style="box-sizing: inherit; font-family: Arial; color: rgb(68, 68, 68); font-size: 16px; line-height: inherit;" /> <span style="color: rgb(68, 68, 68); font-family: Arial; font-size: 16px;">Como você tem encarado a vida e lidado com os problemas? Você os tem negado? Persistindo neles? Ou tem aprendido e deixando ir?</span>

JULGAMENTOS
2 Dez 20253:07EP 3000

JULGAMENTOS

<p data-end="147" data-start="135" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Julgamentos.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="593" data-start="149" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Certa vez, um mestre budista e seu discípulo estavam em peregrinação até a Montanha da Fé. Porém, para chegar à montanha, era preciso atravessar a pé um rio chamado Rio da Discórdia. Quando chegaram às margens do rio, encontraram uma moça muito bonita e bem vestida, que também queria chegar ao outro lado. Ela pediu ajuda ao discípulo, mas, como monge, ele não poderia tocar nenhuma mulher. Por isso ele continuou seu caminho e ignorou a moça.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="798" data-start="595" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando começou a atravessar o rio, o monge olhou para trás e viu seu mestre carregando a moça em seus ombros. Eles atravessaram o rio, o mestre a colocou no chão, ela agradeceu e eles seguiram o caminho.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="1049" data-start="800" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">O mestre percebeu a cara carrancuda do discípulo, mas não disse nada. Depois de algumas horas de caminhada em silêncio, o discípulo por fim falou: &ldquo;Você sabe que nós, monges, não podemos tocar em nenhuma mulher. Por que carregou aquela moça no rio?&rdquo;</p> <p data-end="1266" data-start="1051" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">&ldquo;Naquele momento, julguei ser mais importante ajudar outro ser humano em dificuldade do que seguir essa regra. Porém, eu já deixei a moça algumas horas. Por que você continua carregando essa moça em seu pensamento?&rdquo;<br /> &nbsp;</p> <p data-end="1783" data-start="1268" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Você já parou para pensar sobre suas próprias preocupações e julgamentos e o peso delas? O mestre budista demonstrou profunda sabedoria ao priorizar ajuda a alguém necessitado, mesmo que fosse mulher, em detrimento das regras estabelecidas pelo mosteiro, dando espaço a atos de compaixão e empatia. O discípulo, por outro lado, sucumbiu às regras sem considerar o contexto ou as necessidades do momento. Sua confusão sobre a atitude de seu mestre mostra como é difícil para ele abandonar seus preconceitos e regras.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="2227" data-start="1785" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Quando o mestre é questionado, ele traz um ensinamento esclarecedor. Ele ressalta que o peso real que carregamos muitas vezes não são os eventos externos, mas sim as nossas próprias preocupações, culpas e julgamentos. Talvez você deixe de ajudar os outros ou até mesmo de viver experiências únicas devido ao julgamento. Às vezes, soltar um pouco as rédeas, as regras e as cortas permite que você experimente coisas novas e sem qualquer culpa.<br /> &nbsp;</p> <p data-end="2258" data-start="2229" style="box-sizing: inherit; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; outline: 0px; font-size: 16px; vertical-align: baseline; color: rgb(68, 68, 68); font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; font-size-adjust: none; font-language-override: normal; font-kerning: auto; font-optical-sizing: auto; font-feature-settings: normal; font-variation-settings: normal; font-stretch: normal; line-height: inherit; font-family: Arial;">Pense nisso. Mas pense agora.</p>

Nada tocando
PENSE NISSO
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