
NOSSOS PESOS

PODCAST · 3279 EPISÓDIOS
Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.


<span style=''font-size: small;''>O SOL DA ESPERANÇA<br /> <br /> Por vezes, a vida nos oferece maus momentos. Sofrimento, lágrimas e infelicidade nos visitam e nos sentimos desesperançados e infelizes.<br /> Nesses momentos amargos, em que a alma dolorida se volta para Deus e indaga Por que passo por essas provações?, é a hora em que devemos lembrar de uma palavra luminosa: a esperança.<br /> Narra a tradição grega que uma jovem chamada Pandora recebeu uma bela caixa com a recomendação de jamais abri-la.<br /> Mas Pandora era curiosa e desobediente. Ao abrir a caixa, ela liberou todos os males, misérias e sofrimentos no Mundo.<br /> Desesperada, Pandora chorou. Mais tarde, viu que, após saírem todas as mazelas, havia ficado, no fundo da caixa, a esperança. Brilhava sozinha a esperança - um fiozinho de luz que pulsava. Mas que poder possuía!<br /> * * *<br /> O mito de Pandora deve ser refletido profundamente, em especial quando estamos atravessando momentos difíceis.<br /> Observe que, na lenda grega, é um ato da própria Pandora que liberta os males do Mundo. Na nossa vida não é muito diferente: em geral, somos nós mesmos que, de alguma forma, provocamos muitos males que nos atingem.<br /> Por isso, cada momento difícil é uma oportunidade de meditarmos e analisarmos qual foi a nossa contribuição para aquela situação.<br /> No entanto, a lenda de Pandora vai além: ela mostra que – apesar da gravidade dos sofrimentos – não estamos completamente sós: há uma luz posta por Deus para nos consolar e devolver o brilho em nossos olhos.<br /> Essa luz é a esperança.<br /> Esperança que restaura as forças, reequilibra o coração, acalma as emoções.<br /> A esperança é a mão generosa que acende a luz quando estamos mergulhados na treva profunda. É medicamento quando nos contorcemos em dores.<br /> Esperança é canção suave, que nos acalenta quando nos sentimos desamparados. É um olhar de compaixão no instante em que o Mundo nos rejeita.<br /> A esperança nasce de gestos de generosidade, de atitudes espontâneas, de palavras corretas.<br /> Mas não se habitue apenas a aguardar que a esperança venha gratuitamente se aninhar no seu coração. Abra as portas da alma para ela!<br /> Para isso, é necessário educar o coração.<br /> A esperança é como um visitante importante. Devemos nos preparar adequadamente para recebê-la. A primeira atitude é retirar a poeira do pessimismo.<br /> Depois, varrer as sujeiras acumuladas pela mágoa. Essas sujeirinhas têm vários nomes: rancor, maledicência, desejo de vingança.<br /> Em seguida, com a casa mental bem limpa, é hora de perfumá-la com bons pensamentos, sorrisos, serenidade e otimismo.<br /> Então, quando menos se espera, eis que chega a esperança. Viaja em uma carruagem dourada, espalha flores pelo caminho e se instala no Espírito fazendo festa.<br /> É uma presença tão forte, tão bela, que transforma de imediato o ambiente em que se hospeda: impregna a alma de coragem e de alegria.<br /> Esperança é um sol que nasce após uma longa noite escura. Chega trazendo calor e a luz dourada de um dia cheio de boas realizações. Ela aponta, firme, para um futuro radioso. Basta recebê-la.Pense Nisso, mas pense agora!<br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 23.7.2013.<br /> <br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''> TER SEMPRE RAZÃO<br /> <br /> Quanto custa ter sempre razão?<br /> Em algum momento, paramos para analisar esta questão? Já pensamos quais são as consequências de sempre querer provar que estamos certos?<br /> É claro que defender um ponto de vista é corriqueiro. Colocar nosso posicionamento ou nossas ideias perante um fato, de maneira sensata, é mesmo saudável.<br /> Trocar ideias a respeito de um tema, argumentar a favor de um conceito no qual acreditamos, são posturas naturais e comuns nas nossas relações cotidianas.<br /> Porém, quando essa atitude supera todas as barreiras, está sempre como ponto de honra de nossa palavra, quando se torna fundamental ter a razão, qual o preço a ser pago?<br /> Quantas vezes nos aborrecemos com alguém pelo simples fato de querermos convencê-lo de que ele está errado em sua forma de pensar?<br /> Quem de nós não se pegou transformando uma discussão tranquila em um afrontamento pessoal?<br /> Ou ainda, quantas vezes não elevamos o tom da conversa, nos tornamos ríspidos no enfrentamento de ideias?<br /> Defendemos nosso ponto de vista como acreditamos ser o mais adequado. E, naturalmente, temos nossa maneira de ver a realidade, conforme nossos valores, conceitos e capacidades.<br /> Quatro pessoas, cegas de nascença, ao serem colocadas junto a um elefante vão conseguir relatar o que puderem tocar do animal.<br /> Se não lhes derem a oportunidade de perceber as diferenças entre orelha, cauda, tromba, corpo, terão apenas uma ideia parcial.<br /> Não estarão erradas, apenas cada uma terá somente parte da razão.<br /> Muitas vezes isso acontece nos nossos relacionamentos. Temos a nossa percepção, a nossa capacidade de análise.<br /> Não quer dizer que estejamos errados ou que não tenhamos razão em nossos argumentos.<br /> Porém não podemos esquecer de que o outro tem sua própria forma de ver, seus valores, suas ideias.<br /> Enfrentar-se nessas situações, será o duelo de ideias, a briga de argumentos, em que, quase sempre, o que existe, de verdade, é o desejo de impor nosso raciocínio, nossa argumentação.<br /> Inúmeras vezes, em nome de desejarmos provar que a razão nos pertence, usamos nossa palavra como quem está numa batalha, não desejando nunca perder.<br /> Ter sempre razão às vezes custa o preço de uma amizade.<br /> Buscar impor aos outros nossos argumentos, repetidamente, pode ocasionar o desgaste da relação.<br /> Querer estar sempre certo, no campo das ideias e reflexões, pode causar fissuras nas relações familiares.<br /> Assim, antes de buscarmos ter razão, melhor buscarmos a preservação da harmonia.<br /> Antes de querermos ser vencedores em nossa argumentação, melhor que tenhamos paz de espírito.<br /> A verdade, mais dia, menos dia, se fará presente, duradoura, perene.<br /> Assim, mesmo quando toda a razão nos pertença, vale refletirmos se devemos continuar nossos duelos de ideias.<br /> Talvez, o melhor, em determinadas situações, seja utilizarmos nossa capacidade pensante, nosso senso de validação para buscar compreender o próximo.<br /> Ao assim procedermos, poderemos entender o porquê dos argumentos alheios, de sua forma de agir, facilitando e aprofundando nossas relações.<br /> Dessa maneira, evitaremos o granjear de atritos e dissabores, pesos desnecessários ao nosso coração.<br /> Pensemos nisso.<br /> Redação do Pense Nisso.<br /> Em 17.9.2014</span><br />

<span style=''font-size: small;''>BALADA DAS MÃOS<br /> <br /> MÃOS. NA ANATOMIA , É APENAS MAIS UM MEMBRO QUE COMPÕE A MAQUINA, QUE É O CORPO HUMANO.<br /> MAS ATRAVÉS DOS GESTOS DAS MÃOS PODEMOS SER CONSOLADOS E CONSOLADORES,.<br /> ATRAVÉS DAS MÃOS PODEMOS LEVANTAR UM IRMÃO CAIDO.<br /> UM POEMA COMPOSTO E INTERPRETADO POR MOACYR FRANCO EM 1969, FALA SOBRE AS MÃOS DE UMA MANEIRA BASTANTE EMOCIONANTE.A SEGUIR REPRODUZIREMOS ESSE POEMA:<br /> <br /> Se os teus olhos faltaram um instante da vida,<br /> Se o coração vacilar, retardando a batida,<br /> Se o teu corpo cansado, curvar-se vencido,<br /> Na estrada comprida,<br /> Na batalha perdida.<br /> Tuas mãos,<br /> Só, tuas mãos,<br /> Gêmeas no riso e na dor,<br /> Manterão, sempre acesa a luz,<br /> Votiva do amor,<br /> Mãos que se juntam na prece,<br /> Num momento supremo,<br /> Quando no altar duas vidas se juntam também,<br /> Mãos que abençoam o filho<br /> Que parte talvez, para sempre,<br /> E depois vão tecer um casaco de lã,<br /> Para o neto que vem,<br /> Mãos que dão lenitivo,<br /> Aos que foram vencidos na vida,<br /> Mãos que nunca recusam,<br /> Num gesto o perdão.<br /> Mãos que arrancam das cordas,<br /> De um violino ,<br /> A música divina<br /> Que torna todos os homens irmãos.<br /> Mãos que após o silêncio que cai<br /> Sobre a vida que cai<br /> Juntam o silêncio àquelas que um dia também foram mãos.<br /> <br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>QUINZE MINUTOS<br /> <br /> Quando tiveres um quarto de hora à disposição, reflete nos benefícios que podes espalhar.<br /> Recorda a possibilidade de um breve diálogo afetivo com algum familiar, dentro da própria casa, incentivando-lhe o bom ânimo;<br /> das palavras de paz e amor que o amigo enfermo espera de tua presença;<br /> de auxiliar em alguma tarefa que te aguarde o esforço para a limpeza ou o reconforto do próprio lar;<br /> da conversação edificante com uma criança desprotegida que conduzirá para frente tuas sugestões de boa vontade;<br /> de estender algum adubo a essa ou aquela planta que se te faz útil;<br /> do encontro amistoso, em que a tua opinião generosa consiga favorecer a solução do problema de alguém;<br /> Quinze minutos sem compromisso são quinze opções na construção do bem.<br /> Proponha-te tal disciplina diária e perceberás mudanças imediatas.<br /> Se já tens hábitos de preservação do corpo, hábitos de higiene, indispensáveis à tua vida, é hora de acrescentar práticas de higiene moral, voltadas ao sustento de tua parte alma, tua essência.<br /> Quinze minutos por dia.<br /> Escolhe, inicialmente, algo que te pareça mais próximo, mais fácil até, para que os primeiros sucessos possam te dar o estímulo para voos mais altos.<br /> Nossa essência busca o bem, busca a felicidade. A assinatura Divina em nosso âmago garante isso. Assim, basta que encontremos o melhor caminho, o mais seguro, o mais correto.<br /> São quinze minutos. Um quarto de toda uma hora. Não te arrependerás.<br /> Não nos esqueçamos de que a floresta se levantou de sementes quase invisíveis;<br /> de que o rio se forma de fontes pequeninas e de que a luz do céu, em nós mesmos, começa de pequeninos raios de amor a se nos irradiarem do coração.<br /> Redação do Pense Nisso com base no cap. 23, do<br /> livro Caridade, por Espíritos diversos, psicografia de Francisco<br /> Cândido Xavier, ed. Ide.<br /> Em 19.09.2012.<br /> </span><br />

<span style=''font-size: small;''>O ESSENCIAL<br /> <br /> A mulher entrou no consultório do psicoterapeuta e se sentou. Antes de começar a falar, já chorava.<br /> <br /> Quando finalmente conseguiu parar de soluçar, disse: Estou sozinha. Meu marido me largou há dois meses. Viajei, pensando que esqueceria, mas não consigo esquecer.<br /> <br /> Ele é um ingrato. Afinal, eu lhe dei os melhores anos de minha vida. Eu lhe dei filhos lindos. Eles sempre estavam prontos, bem vestidos e penteados, com as mochilas às costas, na hora de ir para a escola.<br /> <br /> Sempre tive a refeição pronta quando ele chegava, não importando a hora. Sempre recebi os amigos dele. Sempre fui a todos os lugares com ele, mesmo que não gostasse. Sempre sorri, para que todos soubessem que ele tinha uma esposa feliz.<br /> <br /> Dei-lhe uma casa maravilhosa. Nunca permiti que existisse pó sobre os móveis. Sempre tive o máximo de cuidado com os lençóis para que estivessem brancos, bem passados, perfumados.<br /> <br /> E agora, isso! Ele conheceu uma mocinha no escritório, se apaixonou por ela e me deixou.<br /> <br /> O psicoterapeuta olhou para ela e lhe perguntou: E o que é que você deu de você para ele?<br /> <br /> Ela não entendeu. Sim, durante anos ela o servira como cozinheira, arrumadeira, babá dos filhos dele. Mas nunca se lembrara de que era a esposa, a companheira, a amiga.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Naturalmente, ter a casa arrumada, lençóis limpos, crianças alinhadas e prontas é importante. Mas não é tudo. Mesmo porque, algumas dessas tarefas podem ser delegadas a terceiros. <br /> <br /> Uma refeição pode ser conseguida em um restaurante, roupas limpas na lavanderia, a casa pode ser limpa pela faxineira.<br /> <br /> Mas o carinho de uma esposa não se compra. Espera-se, simplesmente, como a esposa aguarda o do marido.<br /> <br /> Mais importante do que a casa sem pó, é um sorriso e um abraço de ternura quando os dois se encontram.<br /> <br /> Mais importante do que o tapete exatamente no lugar e todos os enfeites bem dispostos sobre os móveis, é uma mão que aperta a outra com força.<br /> <br /> É a companhia agradável de quem se senta ao lado, olha nos olhos e descobre que o outro teve um dia terrível.<br /> <br /> Um confia ao outro as suas dificuldades e suas ansiedades, encontrando aconchego mútuo.<br /> <br /> Amar é dar-se, é confiar. Olhar juntos para os filhos que crescem e vão se tornando independentes.<br /> <br /> * * *<br /> <br /> Lembre-se: o mais importante são as pessoas. De que adianta a casa, o carro, as joias, se não houver pessoas para partilhar com você?<br /> <br /> Entre as pessoas existem aquelas que dependem do nosso afeto. Por isso, não se canse de amar.<br /> <br /> Olhe para as pessoas. Preste atenção nas suas palavras, gestos, olhares, sentimentos. Em especial aquelas que compartilham com você do mesmo teto, pois são as que mais necessitam do seu amor.<br /> Pense Nisso!<br /> <br /> <br /> Redação do Pense Nisso, com base no cap. É aí que está a<br /> luz (a busca do ser), do livro Vivendo, amando e aprendendo, de Leo<br /> Buscaglia, ed. Nova era.<br /> Em 16.07.2012.</span><br />

<span style=''font-size: small;''>DISCIPLINA<br /> <br /> Muitos de nós, quando ouvimos falar em disciplina, logo imaginamos estruturas militares rigorosas, normas que amedrontam, ou algo assim.<br /> No entanto, disciplina é “a ordem que convém ao funcionamento regular de uma organização”, observação de preceitos ou normas”.<br /> Nosso lar é a primeira organização da qual fazemos parte, e é aí, portanto, que deve começar a disciplina.<br /> Sem dúvida, alguns de nós damos aos filhos uma comodidade que resulta mais tarde em indisciplina.<br /> Talvez não o façamos com essa intenção, mas o resultado nos escapa e nos desagrada.<br /> Movidos pelo afeto, tantas vezes nos esquecemos de estabelecer normas que convêm ao bom funcionamento dessa organização chamada de lar.<br /> Envolvemos os pequeninos em cuidados e zelos, e às vezes exageramos na dose, prejudicando a sua formação moral.<br /> Alguns de nós criamos nossos filhos como se fossem príncipes ou princesas, fazendo tudo por eles. Ensinandolhes que só têm direitos, e nenhum dever.<br /> Em contrapartida, passamos a eles a idéia de que nós, pais, só temos deveres e nenhum direito.<br /> Se chegamos em casa e vamos fazer nossa refeição, e o pequeno solicita nossa atenção, imediatamente largamos o prato e vamos atendêlo.<br /> Se estamos ao telefone e ele fala conosco, deixamos de dar atenção ao outro lado da linha para ouvílo.<br /> Ele tem o direito a falar quando quiser, no volume que achar conveniente.<br /> Tem o direito a fazer suas refeições tranqüilamente, dormir a hora que desejar, jogar as roupas sujas onde quiser. Deixar seus brinquedos espalhados pela casa inteira. Alguém fará tudo por ele.<br /> Nossos filhos crescem. Envolvemse numa outra organização a que chamamos sociedade, e aí começam os problemas.<br /> Aqueles a quem ensinamos que só tinham direitos, agora cobram da sociedade o mesmo tratamento que lhes foi dispensado dentro do lar, ao longo da infância e adolescência.<br /> Quando saem no trânsito, querem que todos abram alas. Afinal eles querem passar.<br /> Não se importam se irão obstruir os cruzamentos, nos semáforos, impedindo a passagem dos outros, ou se irão atrapalhar em filas duplas. Afinal eles sempre tiveram a preferência.<br /> Quando necessitam de algum processo junto aos órgãos competentes, querem ser atendidos primeiro. Seus direitos vêm sempre em antes.<br /> É importante que reflitamos acerca de como tem sido o nosso comportamento diante dos filhos.<br /> É importante estabelecer limites, que devem ser respeitados.<br /> Importante dar aos filhos responsabilidades desde a infância, como ajudar a manter a casa em ordem, respeitar os direitos dos demais membros da família, etc.<br /> E jamais devemos esquecer que o exemplo é a melhor forma de educação.<br /> Se somos daqueles que acreditamos que a disciplina não é necessária, observemos um veículo rodando sem freios, e poderemos ter uma ideia do que seja a falta de limites.<br /> Pense nisso!<br /> Se queremos ver nossos direitos respeitados, comecemos por respeitar os dos outros.<br /> Se queremos um trânsito organizado, sejamos disciplinados, respeitando os direitos de todos os que circulam pelas ruas.<br /> Se todos observarmos nossos limites, nossos deveres, nossas obrigações, teremos uma sociedade harmoniosa.<br /> Pense nisso, mas pense agora!<br /> </span><br />

A BENÉFICA INFLUÊNCIA DA MUSICA<br /> <br /> No mês de março de 2008, a revista científica Brain divulgou um estudo realizado por cientistas da Universidade de Helsinque, na Finlândia, com pacientes que sofreram derrame cerebral.<br /> Sessenta voluntários participaram da pesquisa, divididos em três grupos.<br /> O primeiro, formado por pacientes que foram expostos à audição musical, por duas horas diárias. O segundo, por pacientes que ouviam livros-áudio.<br /> O terceiro grupo não ficou exposto a nenhum tipo de estímulo auditivo.<br /> Após três meses, os cientistas observaram que a memória verbal melhorara 60% entre os pacientes que ouviam música, comparado com apenas 18% do grupo dos livros-áudio e 29% entre os pacientes que não receberam estímulos auditivos.<br /> A pesquisa demonstrou ainda que os pacientes que ouviram música, durante a recuperação, revelaram uma melhora de 17% na concentração e na habilidade de controlar e realizar operações mentais e resolver problemas.<br /> Teppo Sarkamo, que liderou o estudo, disse que a exposição à música durante o período de recuperação estimula a atividade cognitiva e as áreas do cérebro afetadas pelo derrame. Além de ajudar a prevenir a depressão nos pacientes.<br /> A notícia é maravilhosa e demonstra que, a cada dia, o homem avança no conhecimento, ampliando seus conceitos.<br /> Que cientista conceberia, em anos recuados, que a arte poderia auxiliar a recuperação do cérebro humano?<br /> * * *<br /> Utilizemos a música em nossa vida. A música que emociona, que eleva.<br /> Não há necessidade de se ouvir somente música erudita, clássica.<br /> Há tantos compositores populares, de tantos países, com músicas belíssimas, que encantam e extasiam os que as escutam.<br /> Busquemo-las e deixemos que nossa alma cresça, enchendo-se de sons, de harmonia, de beleza.<br /> <br />