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PODCAST · 3278 EPISÓDIOS

PENSE NISSO

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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OBJETIVOS DA VIDA
17 Ago 20194:13EP 1158

OBJETIVOS DA VIDA

<strong>&nbsp;Objetivos da vida</strong><br /> <br /> <br /> Existir significa ter vida, fazer parte do Universo, contribuir para a harmonia do Cosmo.<br /> Assim, a vida que pulsa na intimidade de cada um de n&oacute;s &eacute; um convite &agrave; nos integrarmos ao Universo, visto que somos herdeiros das estrelas.<br /> E a busca por um sentido, por entender a vida com um significado especial, &eacute; a for&ccedil;a propulsora para o progresso.<br /> Todo aquele que encontra um objetivo para viver, sejam seus ideais, suas necessidades ou mesmo suas ambi&ccedil;&otilde;es, ter&aacute; em sua vida um sentido maior.<br /> Mesmo sob cruciais e pesadas tormentas, o objetivo a se alcan&ccedil;ar ser&aacute; sempre a mola propulsora.<br /> Afinal, quando se tem o porqu&ecirc; viver, a forma como se vive, at&eacute; que se atinja o objetivo desejado, torna-se secund&aacute;ria.<br /> Viktor Frankl(frankol), psiquiatra judeu, afirmou que somente venceu os supl&iacute;cios dos campos de concentra&ccedil;&atilde;o da Segunda Guerra Mundial porque conseguiu encontrar um nobre objetivo para quando sa&iacute;sse de l&aacute;.<br /> Ele tinha tr&ecirc;s raz&otilde;es para viver: sua f&eacute;, sua voca&ccedil;&atilde;o e a esperan&ccedil;a de reencontrar a esposa. Ali onde tantos perderam tudo, Frankl reconquistou n&atilde;o somente a vida, mas algo maior.<br /> Assim, enquanto tantos resvalavam na fuga pelo suic&iacute;dio, nos dias de confinamento, ele superou as dores f&iacute;sicas e morais, ao se apoiar nos objetivos que se prop&ocirc;s alcan&ccedil;ar.<br /> Thomas Alva Edison, ap&oacute;s mais de dois mil experimentos, mantinha o mesmo &acirc;nimo na busca de solu&ccedil;&otilde;es para a cria&ccedil;&atilde;o da l&acirc;mpada el&eacute;trica, impulsionado que estava pelo objetivo da descoberta e da cria&ccedil;&atilde;o.<br /> Muitos aposentados e idosos, depressivos diversos, que se neurotizaram, recuperam-se atrav&eacute;s do servi&ccedil;o ao pr&oacute;ximo, da autodoa&ccedil;&atilde;o &agrave; comunidade, do labor em grupo, sem interesse pecuni&aacute;rio, reinventando raz&otilde;es e motivos para serem &uacute;teis, assim rompendo o ref&uacute;gio sombrio da perda do sentido existencial.<br /> Sem meta n&atilde;o se vive. Mas essa se trata sempre de um sentido pessoal, que ningu&eacute;m pode oferecer e que &eacute; particular a cada qual.<br /> N&atilde;o por outra forma que, comumente, pessoas atuantes, vibrantes, quando perdem o objetivo pelo qual pautavam a vida, resvalam nos sombrios caminhos da depress&atilde;o.<br /> Assim, cabe a cada um de n&oacute;s n&atilde;o se esquecer do significado maior da vida. Se os par&acirc;metros externos modificam-se, se a vida se altera, &eacute; natural que nossos objetivos tamb&eacute;m sigam curso semelhante.<br /> Por&eacute;m, n&atilde;o esque&ccedil;amos que ser&aacute; sempre objetivo de todos n&oacute;s a busca da constru&ccedil;&atilde;o &iacute;ntima atrav&eacute;s do desenvolvimento intelectual e das conquistas morais.<br /> Ser&aacute; a conjuga&ccedil;&atilde;o desses dois valores que proporcionar&atilde;o bem-estar interior e plenitude.<br /> Quem percebe a vida como uma oportunidade constante e inesgot&aacute;vel de progresso e conquistas, jamais deixar&aacute; de possuir objetivos, pois ter&aacute; como meta maior a constru&ccedil;&atilde;o da plenitude existencial na intimidade da alma.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. 5, do<br /> livro Amor, imbat&iacute;vel amor, pelo Esp&iacute;rito Joanna de &Acirc;ngelis,<br /> psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.<br /> Em 1.9.2012.</em></div> <br />

A VIDA SEGUNDO A MORTE
15 Ago 20193:39EP 1157

A VIDA SEGUNDO A MORTE

<span style=''font-size: small;''>A VIDA SEGUNDO A MORTE<br /> <br /> Muitos livros e filmes, personificam a morte como personagem central da hist&oacute;ria.<br /> Imaginemos como seria a vis&atilde;o desse personagem, que tanto nos assustam, a nosso respeito.<br /> Imagino que morte teria o seguinte di&aacute;logo:<br /> &ldquo;Um fato simples: voc&ecirc; vai morrer.<br /> Apesar de todos os esfor&ccedil;os, a vida f&iacute;sica n&atilde;o &eacute; para sempre. Desculpe ser um desmancha prazer.<br /> O meu conselho &eacute;: quando a sua hora chegar, n&atilde;o se apavore, isso n&atilde;o vai ajudar.<br /> Mas primeiro deixe me apresentar devidamente...se bem que em algum dia voc&ecirc; vai me conhecer. N&atilde;o antes da sua hora , &eacute; claro. Tenho como pol&iacute;tica evitar os vivos.<br /> Sempre gostei da minha imagem com o manto e foice, sombrio e poderoso. //Infelizmente, sou mais banal e corriqueiro.<br /> Quando eu vou ao encontro de algu&eacute;m, sempre leio os sonhos simples, ou grandiosos. Ent&atilde;o, dou o meu beijo...E roubo as suas maldades, os seus egos, vaidades, ambi&ccedil;&otilde;es...ego&iacute;smos. Muitas vezes, eu sinto os arrependimentos de n&atilde;o fazerem mais pelas pessoas que elas amavam em vida. Muitas se revoltam, mas isso n&atilde;o importa. Eu sigo a lei e n&atilde;o a transgrido...ningu&eacute;m, por mais rico que seja, poder&aacute; negociar comigo.<br /> Algumas almas, deslizam suavemente para os meus bra&ccedil;os; s&atilde;o t&atilde;o leves...t&atilde;o af&aacute;veis...<br /> No meu trabalho, sempre encontro nos seres humanos, o que eles t&ecirc;m de melhor e de pior. Vejo a sua feiura e a sua beleza...E me pergunto: como uma mesma coisa, pode ser duas?<br /> Eu j&aacute; vi in&uacute;meras coisas:<br /> Presenciei as piores desgra&ccedil;as do mundo, e trabalhei para os piores vil&otilde;es e tiranos.<br /> Vi tamb&eacute;m grandes maravilhas, e pessoas que mais pareciam anjos...Mas, ainda &eacute; como eu mencionei no in&iacute;cio desse dialogo: NINGU&Eacute;M VIVE PRA SEMPRE.<br /> Quando vou buscar algu&eacute;m que teve uma vida sabia e generosa, acredite, eu me emociono. Fico imaginando, como &eacute; de fato...viver! <br /> Voc&ecirc; que tem esse privilegio, como tem vivido?<br /> Pense Nisso...e viva de maneira intensa, com as pessoas que fazem a diferen&ccedil;a na sua vida. N&atilde;o desperdice o seu tempo com besteiras...com coisas pequenas.<br /> E n&atilde;o se apavore comigo.Pois que, posso lhe assegurar:<br /> Sereis sempre vivo, pois que eu, a t&atilde;o temida morte, nada mais sou do que uma transforma&ccedil;&atilde;o, e n&atilde;o um aniquilamento.<br /> ***********<br /> Espero que voc&ecirc; tenha gostado da mensagem de hoje. Espero mais ainda; que ela tenha sido &uacute;til.<br /> Acesse o nosso site: centroamericafm.com.br &ndash; l&aacute; voc&ecirc; poder&aacute; ouvir de novo e copiar o texto. Fique a vontade...e at&eacute; o pr&oacute;ximo Pense Nisso.<br /> <br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso.<br /> com base no livro<br /> &ldquo;A Menina que roubava Livros&rdquo;- <br /> do escritor australiano Markus Zusak,<br /> publicado em 2005 pela editora Picador.<br /> No Brasil e em Portugal, foi lan&ccedil;ado pela Intr&iacute;nseca Presen&ccedil;a <br /> Em 10.12.2014.</span></em></div>

PAIS CRUCIFICADOS
14 Ago 20193:04EP 1156

PAIS CRUCIFICADOS

<strong>&nbsp;Pais crucificados</strong><br /> <br /> <br /> Quando vemos o jovem que passa, com andar irreverente, cabelos coloridos, roupas extravagantes e pulseiras de v&aacute;rios modelos e cores, logo imaginamos que &eacute; filho de pais descuidados.<br /> Todavia, n&atilde;o raro, por tr&aacute;s desse jovem, aparentemente rebelde, h&aacute; pais de consci&ecirc;ncia tranquila e segura por saber que, apesar da apar&ecirc;ncia um tanto ex&oacute;tica, seu filho &eacute; uma alma boa, educada, respeitadora das leis.<br /> No entanto, h&aacute; jovens de apar&ecirc;ncia harm&ocirc;nica, de gestos reverentes e roupas bem alinhadas que crucificam seus pais impondo-lhes dores e sacrif&iacute;cios cru&eacute;is.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos rebeldes, desobedientes e inconsequentes, cuja indiferen&ccedil;a aos conselhos paternos se constitui em verdadeiro mart&iacute;rio.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos toxic&ocirc;manos, infelizes, desditosos.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos prostitu&iacute;dos e prostituidores, que carregam o cora&ccedil;&atilde;o envolto em dor suprema.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos criminosos, que carregam no cora&ccedil;&atilde;o a amargura de ver o rebento criado com tanto carinho, detido por grades como se fosse fera perigosa.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos corruptos, desleais, que sentem na alma a desdita de ver seus mais sinceros esfor&ccedil;os por bem educ&aacute;-los se perderem como gotas que somem em terreno &aacute;rido.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos ingratos ou indiferentes, que trazem a alma dilacerada pelos espinhos cru&eacute;is dessas chagas morais.<br /> H&aacute; pais crucificados por filhos adotivos que n&atilde;o se cansam de lhes atirar no rosto o fato de n&atilde;o serem filhos naturais, esquecidos de que os pais adotivos os aceitaram por op&ccedil;&atilde;o, por amor, e n&atilde;o por obriga&ccedil;&atilde;o ou imposi&ccedil;&atilde;o.<br /> H&aacute; pais crucificados pela solid&atilde;o... pela saudade...<br /> H&aacute; pais crucificados por tantas dores...<br /> Mas, acima de todas essas dores, h&aacute; um Pai justo, amoroso e bom, que tudo v&ecirc; e a tudo prov&ecirc;.<br /> Se voc&ecirc; &eacute; um desses pai ou m&atilde;e que carrega sua cruz em sil&ecirc;ncio, pense que Intelig&ecirc;ncia Suprema observa seus sofrimentos e vela por seus passos.<br /> Pense que essa alma, antes de ser seu filho &eacute; filho do Universo.<br /> O importante &eacute; que sua consci&ecirc;ncia esteja tranquila por ter feito e continuar fazendo todo o poss&iacute;vel para bem educar seu filho.<br /> Por essa raz&atilde;o, se o seu cora&ccedil;&atilde;o de pai ou de m&atilde;e est&aacute; desalentado e o desespero lhe ronda a alma, lembre-se da ora&ccedil;&atilde;o.<br /> Ore com fervor rogando for&ccedil;as para seguir em frente e dar conta dessa miss&atilde;o grandiosa que o Criador lhe confiou.<br /> N&atilde;o permita que o des&acirc;nimo lhe fa&ccedil;a companhia.<br /> Os dias passam e com eles surgem novas oportunidades, e o Universo possui recursos inimagin&aacute;veis.<br /> Pense que seus esfor&ccedil;os de hoje ser&atilde;o compensados pelas alegrias de um amanh&atilde; feliz, ap&oacute;s vencidas as &aacute;rduas lutas por conduzir essas almas rebeldes que hoje s&atilde;o seus filhos.<br /> * * *<br /> Pais e m&atilde;es, v&oacute;s sois os arcos dos quais vossos filhos s&atilde;o arremessados como flechas vivas.<br /> O arqueiro, que &eacute; o Criador, mira o alvo na senda do Infinito e vos estica com toda a sua for&ccedil;a para que Suas flechas se projetem, r&aacute;pidas e para longe.<br /> Que vosso encurvamento na m&atilde;o do Arqueiro seja vossa alegria, pois assim como o Arqueiro ama a flecha que voa, ama tamb&eacute;m o arco que permanece est&aacute;vel.<br /> Pense nisso!<br /> <br /> <br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais do cap. Os filhos, do livro O profeta, de Gibran Khalil Gibran, ed. Agici.<br />

COMO SE ESCREVE
12 Ago 20194:46EP 1155

COMO SE ESCREVE

<span style=''font-size: small;''>COMO SE ESCREVE?<br /> <br /> Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do Jardim de Inf&acirc;ncia pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam.<br /> Joey desenhou a sua fam&iacute;lia. Depois, tra&ccedil;ou um grande c&iacute;rculo com l&aacute;pis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do c&iacute;rculo, ele saiu de sua mesinha e foi at&eacute; &agrave; mesa da professora.<br /> Professora, como a gente escreve...?<br /> Ela n&atilde;o o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e n&atilde;o se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso.<br /> Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi at&eacute; sua mochila, pegou um l&aacute;pis e olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho.<br /> Sua m&atilde;e estava preparando o jantar, indo e vindo do fog&atilde;o para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para ela.<br /> Mam&atilde;e, como a gente escreve...?<br /> Menino, n&atilde;o d&aacute; para ver que estou ocupada agora? V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta. -Foi a resposta dela.<br /> Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande c&iacute;rculo vermelho, foi at&eacute; &agrave; cozinha e pegou o l&aacute;pis. Ele queria terminar o desenho antes de mostr&aacute;-lo para seu pai.<br /> Alisou bem as dobras e colocou o desenho no ch&atilde;o da sala, perto da poltrona reclin&aacute;vel do seu pai.<br /> Papai, como a gente escreve...?<br /> Joey, estou lendo o jornal e n&atilde;o quero ser interrompido. V&aacute; brincar l&aacute; fora. E n&atilde;o bata a porta.<br /> O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua m&atilde;e separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da cal&ccedil;a do filho, enrolados num papel, uma pedrinha, um peda&ccedil;o de barbante e duas bolinhas de gude.<br /> Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.<br /> Os anos rolaram...<br /> Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua fam&iacute;lia. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e disse:<br /> Este aqui &eacute; voc&ecirc;, papai!<br /> A garota tamb&eacute;m riu. O pai olhou pra o grande c&iacute;rculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente come&ccedil;ou a passar o dedo sobre o c&iacute;rculo.<br /> Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou:<br /> Eu volto logo!<br /> E voltou. Com um l&aacute;pis na m&atilde;o. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do l&aacute;pis perto do topo do grande c&iacute;rculo vermelho e perguntou:<br /> Papai, como a gente escreve amor?<br /> Ele abra&ccedil;ou a filha, tomou a sua m&atilde;ozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia:<br /> Amor, querida, amor se escreve com as letras t...e...m...p...o.<br /> * * *<br /> Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extrapara amar, n&atilde;o esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa &eacute; ter quem ou&ccedil;a e opine, quem participe e vibre, quem conhe&ccedil;a e incentive.<br /> N&atilde;o espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, fam&iacute;lia, afei&ccedil;&atilde;o.<br /> Por fim, lembre: se voc&ecirc; n&atilde;o tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano &eacute; um po&ccedil;o de criatividade e o tempo...bom, o tempo &eacute; uma quest&atilde;o de escolha.<br /> <br /> </span> <div style=''text-align: right;''><em><span style=''font-size: small;''>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap.<br /> C&iacute;rculo de amor, de Jeannie S. Williams, <br /> da obra Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o da mulher,<br /> de Alice Gray, ed. United Press, 2002.<br /> Em 14.01.2013.</span></em></div>

PAI, A MISSÃO
10 Ago 20194:16EP 1154

PAI, A MISSÃO

<strong>&nbsp;Pai: A Miss&atilde;o</strong><br /> <br /> Ser pai &eacute; miss&atilde;o com que o Senhor da Vida brinda o homem, aben&ccedil;oando a sua masculinidade, homenageando a sua fun&ccedil;&atilde;o cocriadora, ao lado da mulher, que se faz m&atilde;e, pelos v&iacute;nculos carnais.<br /> Ser pai &eacute; ser protetor, guardi&atilde;o, amigo. Desde tempos muito antigos, essa figura foi tida como importante na forma&ccedil;&atilde;o dos filhos.<br /> Remonta, h&aacute; mais de quatro mil anos, um cart&atilde;o escrito em argila, encontrado na Mesopot&acirc;mia, no qual um jovem de nome Elmesu homenageia seu pai, formulando votos de sorte, sa&uacute;de e vida longa.<br /> Possivelmente, revivendo aquele gesto, no ano de 1909, Sonora Luise, na cidade de Spokane, nos Estados Unidos, motivada pela admira&ccedil;&atilde;o por seu genitor, decidiu homenage&aacute;-lo e criou O dia dos pais.<br /> N&atilde;o demorou muito para que outras cidades norte-americanas se interessassem pela data que, no ano de 1972, foi oficializada como festa nacional, pelo presidente Richard Nixon.<br /> A comemora&ccedil;&atilde;o naquele pa&iacute;s ocorre no terceiro domingo do m&ecirc;s de junho, enquanto no Brasil passou a ser celebrada no segundo domingo de agosto.<br /> Atribui-se o seu surgimento ao publicit&aacute;rio S&iacute;lvio Bhering e a primeira comemora&ccedil;&atilde;o se deu no dia 14 de agosto de 1953, data dedicada, segundo a tradi&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica a S&atilde;o Joaquim, patriarca da fam&iacute;lia.<br /> Ter um dia para receber homenagens &eacute; sempre grato ao cora&ccedil;&atilde;o de quem ama. Momento especial, ademais, para pensar e repensar a respeito dessa importante miss&atilde;o.<br /> Nos dias em que se vive a tormenta dos v&iacute;cios, do t&oacute;xico, em particular, que destro&ccedil;a a crian&ccedil;a, ainda nas primeiras experi&ecirc;ncias infantis, &eacute; de nos questionarmos o qu&ecirc;, na qualidade de pais, temos feito.<br /> Verdade que h&aacute; uma grande preocupa&ccedil;&atilde;o com a manuten&ccedil;&atilde;o dom&eacute;stica e por vezes, o cansa&ccedil;o nos toma as for&ccedil;as.<br /> Contudo, a presen&ccedil;a paterna &eacute; imprescind&iacute;vel, ao lado da materna, no sentido de educar a prole, acompanhar o passo dos pequenos e dos mocinhos.<br /> Fazer-se presente &eacute; preciso. Olhar nos olhos dos filhos para lhes sentir as realidades &iacute;ntimas, por essas janelas da alma.<br /> Renunciar a um lazer para estar com eles. Verificar seus compromissos escolares, participar de uma ou outra atividade social, a fim de que eles se sintam apoiados por sua presen&ccedil;a.<br /> Dialogar com os filhos, ouvindo-lhes as opini&otilde;es sobre a vida, as pessoas, os fatos, cooperando no esclarecimento de equ&iacute;vocos, auxiliando-os a caminhar pelas vias do discernimento.<br /> * * *<br /> Com certeza, pai amoroso que voc&ecirc; &eacute;, ama seus filhos. Contudo, n&atilde;o esque&ccedil;a que o amor deve ser vigilante e perspicaz, para que, em seu nome, n&atilde;o se instale a insensatez e a sombra se estabele&ccedil;a.<br /> Pense nisso e d&ecirc; o melhor de si a esses rebentos, filhos de Deus, confiados aos seus cuidados pelo Pai excelso de todos n&oacute;s.<br /> Pense: esta &eacute; a sua miss&atilde;o na qualidade de pai. <div style=''text-align: right;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base em informa&ccedil;&otilde;es <br /> colhidas no Boletim SEI n&ordm; 2160, de 22.8.2009 e no cap. 30, <br /> do livro Vereda familiar, de Raul Teixeira, ed. Fr&aacute;ter.<br /> Em 6.8.2019.</em></div> <br />

DANDO O MELHOR
8 Ago 20193:55EP 1153

DANDO O MELHOR

<strong>&nbsp;<br /> Dando o melhor</strong><br /> <br /> <br /> Muitas coisas se falam a respeito de Beethoven. O fato de ter composto extraordin&aacute;rias sinfonias, mesmo ap&oacute;s a total surdez, &eacute; sempre recordado.<br /> Exatamente por causa de sua surdez, ele era pouco soci&aacute;vel. Enquanto p&ocirc;de, escondeu o fato de sua audi&ccedil;&atilde;o estar comprometida.<br /> Evitava as pessoas porque a conversa se lhe tornara uma pr&aacute;tica dif&iacute;cil e humilhante. Era o atestado p&uacute;blico da sua defici&ecirc;ncia auditiva.<br /> Certo dia, um amigo seu foi surpreendido pela morte s&uacute;bita do filho. Assim que soube, o m&uacute;sico correu para a casa dele, pleno de sofrimento.<br /> Beethoven n&atilde;o tinha palavras de conforto para oferecer. N&atilde;o sabia o que dizer. Percebeu, contudo, que num canto da sala havia um piano.<br /> Durante trinta minutos, ele extravasou suas emo&ccedil;&otilde;es da maneira mais eloquente que podia. Tocou piano. Ao contato dos seus dedos, as teclas acionadas emitiram lamentos e melodiosa harmonia de consolo.<br /> Assim que terminou, ele foi embora. Mais tarde, o amigo comentou que nenhuma outra visita havia sido t&atilde;o significativa quanto aquela.<br /> Por vezes, n&oacute;s tamb&eacute;m, surpreendidos por not&iacute;cias muito tristes ou chocantes, n&atilde;o encontramos palavras para expressar conforto ou consola&ccedil;&atilde;o.<br /> Chegamos ao ponto de n&atilde;o comparecer ao enterro de um amigo, por sentir n&atilde;o ter jeito para dizer algo para a vi&uacute;va, ou aos filhos &oacute;rf&atilde;os.<br /> N&atilde;o vamos ao hospital, visitar um enfermo do nosso c&iacute;rculo de rela&ccedil;&otilde;es, porque nos sentimos inibidos. Como chegar? O que levar? O que dizer?<br /> Aprendamos com o gesto do imortal Beethoven. Na aus&ecirc;ncia de palavras, permitamos que falem os nossos sentimentos.<br /> Ofertemos o abra&ccedil;o silencioso e deixemos que a vertente das l&aacute;grimas de quem se veste de tristeza, escorra em nosso peito.<br /> Ofere&ccedil;amos os ombros para auxiliar a carregar a dor que extravasa da alma, vergastando o corpo.<br /> Sentemo-nos ao lado de quem padece e lhe seguremos a m&atilde;o, como a afirmar, com todas as letras e nenhum som: Estou aqui. Conte comigo.<br /> Sirvamos um copo d&rsquo;&aacute;gua, um suco &agrave;quele que secou a fonte das l&aacute;grimas e prossegue com a alma em frangalhos. Isso poder&aacute; trazer renovado alento ao corpo exaurido pela convuls&atilde;o das dores.<br /> Verifiquemos se n&atilde;o podemos providenciar um cantinho para um repouso, ainda que breve.<br /> Permane&ccedil;amos com o amigo, mesmo depois que todos se tenham retirado para seus lares ou se dirigido aos seus afazeres. As horas da solid&atilde;o s&atilde;o mais longas, quando os ponteiros avan&ccedil;am a madrugada.<br /> * * *<br /> S&ecirc; amigo conveniente, sabendo conduzir-te com discri&ccedil;&atilde;o e nobreza junto &agrave;queles que te elegem a amizade.<br /> A discri&ccedil;&atilde;o &eacute; tesouro pouco preservado nas amizades terrenas.<br /> Todas as pessoas gostam de companhias nobres e discretas, que inspiram confian&ccedil;a, favorecendo a tranquilidade.<br /> Ouve, v&ecirc;, acompanha e conversa com nobreza, sendo fiel &agrave; confian&ccedil;a que em ti depositem.<br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com base no cap. O dom de Beethoven, <br /> de Philip Yancey, do livro Hist&oacute;rias para o cora&ccedil;&atilde;o 2, de Alice Gray, ed.<br /> United Press <br /> Em 22.7.2018.</em></div>

DRIBLANDO A DOR
7 Ago 20195:01EP 1152

DRIBLANDO A DOR

<span style=''font-size: small;''>DRIBLANDO A DOR<br /> <br /> Mais de uma vez me recordo. Na inf&acirc;ncia, quando eu reclamava de alguma dor e como se costuma dizer fazia corpo mole para n&atilde;o cumprir alguma tarefa, escutava a hist&oacute;ria outra vez.<br /> Certa vez, a dor veio visitar a Terra. Vestiu-se de forma adequada e chegou a uma casa pobre. Havia crian&ccedil;as, uma mulher cansada de tantos afazeres e um homem marcado pelas horas de trabalho exaustivo.<br /> A dor gostou do lugar e se aninhou no ded&atilde;o do p&eacute; direito daquele pai de fam&iacute;lia. Naquele dia, quase noite, ele se recolheu e nem deu muita aten&ccedil;&atilde;o para a tal da dor porque o cansa&ccedil;o era maior do que ela.<br /> Mal despertou a madrugada o homem acordou, pulou da cama e come&ccedil;ou a se preparar para sair.<br /> N&atilde;o desejando despertar as crian&ccedil;as e a esposa, ele se ergueu no escuro e logo bateu o ded&atilde;o num brinquedo esquecido no ch&atilde;o.<br /> Ai, disse ele baixinho. Ui, que dor!<br /> Acariciou o dedo dolorido com a m&atilde;o calosa e enfiou o p&eacute; no cal&ccedil;ado. A dor lhe deu uma espetada. Afinal, ela n&atilde;o estava gostando nada de ficar ali, apertada.<br /> O homem, respons&aacute;vel, saiu mancando. O dedo latejava. Ele sentiu a dor diminuir um pouco quando tirou o p&eacute; do cal&ccedil;ado, no trajeto que fez de &ocirc;nibus.<br /> Contudo, logo mais chegou ao destino. Cal&ccedil;ou o sapato e andou.<br /> Assim foi o dia inteiro. A dor reclamando, o homem sentindo mas dizendo: Eu preciso continuar. N&atilde;o posso perder este emprego. Meus filhos dependem de mim.<br /> E tudo acontecia. Ora o ded&atilde;o topava na quina de um m&oacute;vel, ora o sapato apertava mais, ora...<br /> A noite surpreendeu o homem na labuta, suando, trabalhando. A dor j&aacute; n&atilde;o aguentava mais.<br /> E, quando ao ir para casa, o ded&atilde;o topou numa pedra do caminho, foi o fim. A dor ficou muito zangada e disse: Vou embora. Este homem n&atilde;o sabe me tratar bem.<br /> E l&aacute; se foi. Perto dali, ela encontrou uma casa muito bonita, confort&aacute;vel e entrou.<br /> Um homem estava largado no sof&aacute; da sala, assistindo televis&atilde;o. A dor gostou de tudo que viu e se instalou no ded&atilde;o do p&eacute;.<br /> Ai, gritou ele. Que coisa esquisita. Que dor terr&iacute;vel!<br /> J&aacute; providenciou uma almofada para acomodar o p&eacute;. Ao recolher-se para dormir, enfaixou o local e no dia seguinte, fez repouso.<br /> E no outro, e no outro.<br /> A dor adorou aquele tratamento vip e tomou uma resolu&ccedil;&atilde;o: N&atilde;o saio mais daqui!<br /> * * *<br /> Quando a hist&oacute;ria terminava, eu j&aacute; sabia que teria que dar conta das minhas responsabilidades.<br /> Era a forma que a freira do orfanato, onde fiquei por quatro anos, me ensinar que eu devia ser forte; que pequenas dores deviam ser suportadas e de forma alguma serem motivo para n&atilde;o se cumprir as obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> Essa atitude serviu para me tornar algu&eacute;m com maior capacidade de suportar reveses e dificuldades.<br /> Quando tudo parecia conspirar contra mim e eu tinha vontade de desistir, lembrava da hist&oacute;ria da dor. E retomava a luta.<br /> * * *<br /> A dor f&iacute;sica &eacute; sempre sinal de que algo n&atilde;o est&aacute; bem no organismo. O bom senso nos diz que se deve procurar aux&iacute;lio m&eacute;dico para a adequada verifica&ccedil;&atilde;o do que seja, antes que o mal avance.<br /> No entanto, pequenos inc&ocirc;modos levam algumas pessoas, por vezes, a logo optarem por aus&ecirc;ncias na atividade profissional e descumprimento de suas obriga&ccedil;&otilde;es.<br /> S&atilde;o desculpas, fugas com vistas a se furtar ao dever.<br /> Pensemos nisso e n&atilde;o nos permitamos entregar por pequenas coisas.<br /> Afinal, quem aprende a bem administrar pequenas quest&otilde;es f&iacute;sicas angaria fortaleza moral para eventuais dificuldades org&acirc;nicas graves que possa vir a ter e, mesmo, fortalecimento para as dores morais que tenha que enfrentar.<br /> Pensemos nisso.</span> <div style=''text-align: right;''><span style=''font-size: small;''><em><br /> Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso com base na obra de og mandino<br /> Em 15.01.2013</em>.</span></div>

DIAS DE DESAFIOS
3 Ago 20194:35EP 1151

DIAS DE DESAFIOS

<strong>&nbsp;Dias de desafios</strong><br /> <br /> Quem de n&oacute;s n&atilde;o desejaria que a exist&ecirc;ncia transcorresse &agrave; semelhan&ccedil;a de um rio calmo, onde a barca de nossa vida singrasse por &aacute;guas tranquilas e serenas?<br /> Todos temos o desejo de que, na vida, os embates n&atilde;o surjam, as dificuldades n&atilde;o se apresentem, e as dores n&atilde;o ocupem espa&ccedil;o em nosso caminhar.<br /> Contudo, viver &eacute; muito mais do que atender ao escoar dos dias, ou esperar a velhice chegar e a morte encerre a vida do corpo f&iacute;sico.<br /> Temos o desafio, a cada vez que nascemos, a cada vez que nos vestimos de carne, de que novos aprendizados se fa&ccedil;am.<br /> Esse &eacute; o prop&oacute;sito da Divindade para conosco: que o corpo f&iacute;sico seja a possibilidade de progresso para a alma.<br /> Assim, naturalmente haver&aacute; dias mais amargos em nossa jornada.<br /> Ocorrer&atilde;o fases em que o peso sobre nossos ombros se avolumar&aacute;, e os problemas se apresentar&atilde;o mais complexos.<br /> Passaremos por dias tumultuosos, em que seremos testados em nossos valores, nossa perseveran&ccedil;a, nossa f&eacute;.<br /> Surgir&atilde;o situa&ccedil;&otilde;es de grande monta, exigindo que desenvolvamos capacidades morais de que n&atilde;o disp&uacute;nhamos ou nem imagin&aacute;vamos dispor.<br /> Haver&aacute; situa&ccedil;&otilde;es nas quais a prova se mostrar&aacute; mais rude, em que enfrentaremos nossos limites morais, em que bordejaremos o extremo de nossa capacidade.<br /> Nada disso acontecer&aacute;, no entanto, sem a plena anu&ecirc;ncia da Divindade. Nenhuma sem o pleno conhecimento da Provid&ecirc;ncia Divina.<br /> <br /> Nada que nos ocorra &eacute; in&uacute;til ou destitu&iacute;do de alguma raz&atilde;o, mesmo que de momento n&atilde;o consigamos entender o prop&oacute;sito.<br /> Contrariando o ad&aacute;gio popular, podemos dizer que Deus escreve certo por linhas retas.<br /> N&oacute;s &eacute; que somos, algumas vezes, os m&iacute;opes que n&atilde;o conseguimos ver o amor e sabedoria de Seus des&iacute;gnios.<br /> Assim, se os dias se mostram desafiadores, ali est&aacute; a bondade de Deus nos oferecendo o aprendizado.<br /> Para alguns, o desafio &eacute; lidar com o retorno do ser amado &agrave; p&aacute;tria espiritual, deixando o rastro das saudades e uma imensa aus&ecirc;ncia.<br /> Para outros, &eacute; a dor, a doen&ccedil;a, as deformidades, as limita&ccedil;&otilde;es f&iacute;sicas que chegam inesperadamente, provocando desequil&iacute;brio em seus dias.<br /> Para muitos, &eacute; a fam&iacute;lia a se desarticular, pela inconst&acirc;ncia de uns, despaut&eacute;rio de outros, desestruturando rela&ccedil;&otilde;es de alegria e fraternidade.<br /> * * *<br /> Assim &eacute; nossa jornada. Feita de desafios e li&ccedil;&otilde;es.<br /> Quando essas nos chegam, na forma da dor ou da saudade, da doen&ccedil;a ou de alguma car&ecirc;ncia qualquer, &eacute; sempre o convite para aprender.<br /> Vistamo-nos de coragem e f&eacute;. Enfrentemos o que nos chegue com a serenidade daqueles que entendem os desafios como necess&aacute;rios ao crescimento moral.<br /> * * *<br /> Os desafios existenciais fazem parte da vida. Sem eles, o homem seria destru&iacute;do pela paralisia da vontade, dos membros, das aspira&ccedil;&otilde;es, que se transformariam em doentia aceita&ccedil;&atilde;o dos n&iacute;veis inferiores do est&aacute;gio da evolu&ccedil;&atilde;o.<br /> Enriquecer-se com a luz do discernimento elevado &eacute; a finalidade essencial da vida. Pense Nisso.<br /> <br /> ****<br /> <br /> <br /> <div style=''text-align: right;''><em>Reda&ccedil;&atilde;o do Pense Nisso, com pensamentos finais<br /> do cap. 11, do livro Vida:desafios e solu&ccedil;&otilde;es, pelo Esp&iacute;rito<br /> Joanna de &Acirc;ngelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed.<br /> LEAL.<br /> Em 7.6.2013.</em></div> <br />

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