
O HOMEM QUE NÃO SE IRRITAVA
Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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Todos nós já ouvimos o provérbio que diz que a palavra é prata e o “O silêncio é ouro”, mas poucos conseguem de fato colocar essa sabedoria de vida na prática cotidiana.<br /> Infelizmente, existe um equívoco em pensar que ficar calado em determinadas situações é uma covardia, insegurança, e falta de posicionamento.<br /> Mas o Silêncio é, na verdade uma atitude necessária e importante. Muitas situações resolvem de modo mais construtivo e pacífico, quando fazemos alguns segundos de silêncio, em vez de discutir, criticar ou agredir verbalmente. <br /> No silêncio é possível acalmar os ânimos, refletir com calma, e observar os fatos e situações com lucidez, tomando decisões com acerto.<br /> O destempero das palavras tem causado inúmeros problemas. Uma palavra depois de proferida, possui um efeito devastador. Tenhamos cuidado com o que dizemos. O mestre de Nazaré nos alertou: o que contamina o homem não é o que entra pela boca, mas o que sai dela.” Porque a boca fala do que está cheio o coração”.<br /> Calar em discussões desnecessárias é evitar tragédias e desafetos. No silêncio respeitamos a opinião dos outros, por mais que a nossa seja contrária.<br /> Falar sobre os que estamos sentindo e acontecimentos necessários é importante, jamais ficamos calados diante das injustiças, do que é errado ou aceitamos agressões verbais quietos. Todavia sejamos cuidadosos com o que saí da nossa boca e no momento que saí.<br /> Pois existem palavras certas em horas erradas, palavras erradas em hora certas e o pior de tudo palavras erradas em hora erradas.<br /> No mundo que vivemos, cheios de informações e notícias, nos vemos obrigados a proferir a nossa opinião, em comentar a respeito de tudo que nos aconteça ou que presenciamos, que muitas das vezes esquecemos de praticar a reflexão da situação antes de falarmos. <br /> O silêncio é valioso quando verdadeiramente compreendemos a sua importância.<br /> De vez em quando é necessário ser silencioso. Habituar-se à própria presença, inteirar-se de sua solidão e entender os seus sentimentos. <br /> No silêncio conseguimos ouvir o interior da alma, aprendemos a ser humilde, a deixar o orgulho de fora, a reparar nas coisas simples e a valorizar o que realmente nos importa, evitando reclamações vazias e aprendendo a praticar a gratidão.<br /> Silêncio é, em verdade, atitude necessária e importante na vida. Pois o homem sábio vive em quietude, e só rompe o silêncio para falar o que é verdadeiro, útil e bom.<br /> Pense nisso. Mas pense agora. <br /> <br /> Redação Centro América Fm: <br /> Baseado nos textos do Momento Espírita: A voz e o silêncio / Cultivando o silêncio<br /> Baseado no texto: Aprenda a permanecer calado, porém firme / do site: asomadetodosafetos.com<br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br /> <br />

Um programa que traz minutos de reflexão sobre a vida, escolhas e atitudes do dia a dia, convidando você a desacelerar e olhar para dentro, despertando novos pensamentos e perspectivas que podem fazer toda a diferença.

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Havia um senhor muito rico que era dono de terras de valor incalculável. Vivia num palácio, rodeado de servos e amigos.<br /> Era um homem bom e utilizava sua riqueza para atender a fome alheia, providenciar abrigo a quem precisasse, agasalho a quem pedisse.<br /> Costumava orar todos os dias e, em suas preces, agradecia sempre pelos bens que possuía, em especial aqueles que nem o tempo, nem a ferrugem e nem a traça destroem.<br /> Do lado oposto da aldeia vivia um camponês. Habitava uma gruta e para sobreviver plantava legumes e hortaliças que regularmente levava ao senhor do palácio a fim de vendê-las.<br /> Toda vez que se dirigia para as terras do homem rico, ia resmungando consigo mesmo sobre o que considerava uma grande injustiça, pois aquele homem tinha tanto, enquanto ele era tão pobre.<br /> Certo dia, chegou a notícia aos portões do palácio avisando que malfeitores estavam a caminho, provocando mortes e violência.<br /> Temendo que algo pudesse acontecer aos seus familiares, amigos e servidores, o senhor do palácio logo providenciou para que todos buscassem lugares seguros.<br /> Quando o último grupo se retirou, os desordeiros estavam muito perto das portas do palácio e o seu dono verificou que não havia sobrado nenhum cavalo para que pudesse fugir.<br /> Recordou-se do vendedor de hortaliças, das tantas vezes que o auxiliara e apressado, buscou a gruta.<br /> Lá chegando, contou-lhe tudo e pediu abrigo.<br /> O agricultor viu ali a sua oportunidade dourada e ofereceu-se para repartir a sua gruta com o rico senhor, desde que aquele lhe doasse todos os seus bens.<br /> Sem pensar duas vezes, o rico lhe disse que tudo lhe pertencia desde então: terras, palácio, tesouros.<br /> O nobre senhor foi repousar, enquanto o camponês, impaciente por tomar posse do que era seu por direito, correu ao palácio, enquanto orava a Deus dizendo:<br /> Nunca mais vou reclamar. Obrigado, meu Deus. Agora tenho tudo que sempre quis.<br /> Os malfeitores chegaram, destruíram algumas peças, levaram outras e surraram, maltrataram e abandonaram o novo proprietário.<br /> Passados alguns dias, o nobre, que não parava de agradecer a Deus por ter salvado sua vida, dos seus amigos, parentes e familiares, com os quais logo iria se juntar, foi levar um cesto de verduras ao palácio.<br /> Que bom, pensou ao chegar, os malfeitores quase não estragaram nada. O homem que me salvou a vida, recolhendo-me em seu teto, deve estar feliz com os tesouros que restaram.<br /> Percorrendo as galerias do palácio, começou a se mostrar preocupado. Poças de sangue marcavam um caminho. Acompanhando as marcas, ele chegou até o enorme salão de piso de mármore e colunas douradas.<br /> Lá estava o camponês caído, semi-morto, sozinho. Estava cego e inválido. Apesar de toda a riqueza, não tivera ninguém que o levasse ao leito, que o tratasse e lhe aliviasse as dores do corpo e da alma.<br /> O homem nobre abraçou o corpo machucado, transformado em farrapo humano e intimamente orou: Obrigado, Senhor! Ainda sou o mais rico por tudo que me destes.<br /> * * *<br /> De todos os bens que a Divindade nos proporciona, no caminho terreno, sem dúvida, a maior fortuna é a da vida que possibilita o nosso aperfeiçoamento.<br /> <br /> *Esse texto, é do momento Espírita <br /> <br /> <br /> Redação Centro América Fm: <br /> Texto baseado na Redação do Momento Espírita: com base no artigo<br /> Era uma vez... do jornal Correio Fraterno do ABC,<br /> de novembro/1998.<br />

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